Gerir colaboradores-estrela pode ser uma tarefa espinhosa para um líder. Por isso, os exemplos do dia a dia podem dar uma ajuda para lidar com estas situações. Até a recente crise da família real britânica, o “Megxit”, pode ser uma lição.
Se responder “sim” a qualquer uma das três questões que se seguem, então as suas capacidades de liderança são muito melhores que as da maioria dos gestores.
Há três macrotendências que definem a forma como os líderes inteligentes precisam de abordar a atual força de trabalho, digitalmente apta e com hábitos laborais que mudaram de forma radical.
O equilíbrio entre soberba e humildade em ambientes profissionais e mesmo na comunidade estão em destaque no livro de Arménio Rego. A humildade não significa humilhação, mas a soberba pode ser tóxica.
O novo livro de Robin Sharma partilha inspiração, ideias e conselhos para se viver melhor a todos os níveis desde a vida pessoal à profissional. Chegou agora a Portugal com a editora Pergaminho.
Está na altura de os líderes de start-ups mudarem a sua abordagem de liderança, diz a Harvard Business Review. Porquê? É simples: estudos mostram que, nas alturas críticas no crescimento de uma start-up, o capital de risco substitui 20 a 40% dos fundadores por gestores mais experientes.
A literatura sobre liderança vem enfatizando que a principal alavanca da eficácia de um líder é a sua “credibilidade”. Kouzes & Posner (2003), assinalam mesmo que qualquer líder deveria fazer um “check-up de credibilidade”, antes de se abalançar a uma intervenção profunda na sua organização, como forma de garantir uma maior probabilidade de sucesso nessa intervenção.
Há três músicas em específico da quadra natalícia que podem ajudar os líderes a construir narrativas de sucesso, de acordo com a Forbes.
Muitas vezes, um empreendedor não pode estar presente fisicamente na empresa, seja por uma viagem de negócios ou por estar de férias. No entanto, existem maneiras de contornar esse problema e de estar em contacto com a equipa.
Quem trabalha num ambiente empresarial, conhece as facetas boas e más dos gestores e líderes nas empresas. "Líder" implica liderar bem as pessoas, mas nem sempre é assim.
A Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa (FCH-UCP) lançou uma formação para Liderança e Desenvolvimento de Equipas Criativas. Arranca já no início do próximo ano.
A felicidade organizacional deve estar no foco da liderança, mas é importante não esquecer o básico, alerta Patrícia Araújo, docente no IPAM. Em entrevista ao Link To Leaders, esta profissional lembra que colaboradores felizes são mais produtivos.

















