Nos dias 17 a 18 de abril realiza-se o 11.º Congresso Nacional dos Economistas, que junta especialistas, decisores e profissionais para discutir as grandes transformações da economia global. Entre os temas em debate estão a revolução digital, a nova economia de segurança e defesa na Europa e os impactos da globalização.
Para as start-ups de tecnologia, o crescimento não é apenas uma opção — é uma necessidade. Escalar, especialmente a nível internacional, pode parecer um desafio esmagador.
A globalização e as novas tecnologias de comunicação vieram derrubar fronteiras e permitir o estabelecimento de relações humanas e comerciais que até há poucos anos pareciam impensáveis.
No contexto de globalização e integração económica, os hubs aeroportuários emergem como centros vitais para o comércio, turismo e negócios internacionais.
Trabalhar em rede, conectar mundos, estabelecer alianças, partilhar ensinamentos. Todos sabemos que é o caminho para chegar mais longe e mais depressa.
O autor de “O fim do mundo é apenas o começo” tenta mapear o colapso da globalização, ou seja, fala dos poucos países que contribuem para que tudo ainda funcione.
Uma das grandes qualidades dos verdadeiros líderes é a coerência. Esta frase é verdadeira mas tem de ser bem entendida, porque outra das grandes qualidades dos verdadeiros líderes é flexibilidade, e isso pode chocar diretamente com a primeira.
A primeira ação promovida pelas entidades visa aumentar o número de jovens licenciados com experiência internacional, através do reforço do número de estágios do INOV Contacto.
A impressionante e totalmente injustificada invasão da Ucrânia pela Rússia teve muitas baixas, entre elas os milhares de civis inocentes que morreram e os milhões retirados das suas casas. Mas, como é verdade em todas as guerras, há, sem dúvida, muitas mais baixas, incluindo muitos dos combatentes, mas também ideias e as formas como os países, os povos e as sociedades se organizam e funcionam.
A revolução digital transforma as empresas, as indústrias, os países e os desafios, incita à maior onda de integração global desde a queda do Muro de Berlim.
Com exceção das empresas que no dizer dos analistas “já nascem internacionais” ou com vocação para tanto, é pela exportação que a maior parte das empresas locais começa a ensaiar a sua presença em mercados externos.
Um dos adquiridos do discurso público dos últimos anos é de que a automatização do trabalho, sobretudo do trabalho repetitivo e mecanizável, acabará por destruir emprego em números nunca até agora vistos, mesmo em momentos de revolução tecnológica anteriores, como o advento da eletricidade ou da própria internet.

















