Há semanas na vida e na carreira de uma pessoa que são extraordinárias, marcadas por um sucesso empresarial ou uma vitória específica. E depois há outras semanas que surgem de forma inesperada, por vezes indesejada ou até temida.
A crescente presença da Inteligência Artificial nas organizações está a expor um fenómeno recorrente na história empresarial: o medo do desconhecido.
Porque é que o teu "Jogo Interior" determina a tua Série A, a tua cultura e a tua saída. O modelo tradicional de liderança baseia-se em métricas externas: taxas de crescimento, receitas e velocidade de execução.
Vivemos num tempo em que tudo parece precisar de explicação imediata. Porque mudaste. Porque saíste. Porque recomeçaste. Porque deixaste uma carreira sólida, uma relação, uma cidade, uma identidade profissional ou uma versão antiga de ti mesma.
Trabalhe menos, ganhe mais, viva melhor. Este é o ponto de partida do livro do empreendedor Michael Weber, que leva o leitor a uma mudança interior, mostrando que o verdadeiro crescimento começa na mentalidade.
A Praia da Adraga, em Sintra, foi considerada a melhor praia de Portugal para o verão de 2026, segundo uma análise da Holidu baseada nas avaliações do Google Maps. O ranking reúne 20 destinos nacionais e coloca dez praias portuguesas entre as 25 mais bem avaliadas da Europa.
Uma das áreas onde houve grande mudança no protocolo empresarial nos últimos anos foi no código de vestuário em Portugal. As regras tornaram-se mais flexíveis e a gravata para os homens passou a ser uma exceção na maioria das empresas.
Passo grande parte do meu tempo a falar sobre Inteligência Artificial — com clientes, com as minhas equipas, em palcos. E há uma pergunta que aparece quase sempre, dita de várias maneiras diferentes: por onde é que se começa? Qual é o caminho certo?
Porque regulação e política pública são instrumentos económicos, quer se admita ou não. Retomando a lógica desta série, depois de percorridas a centralidade das grandes empresas, a fragilidade do mercado de capitais e a arquitetura do poder económico, chega a hora de tratar o interlocutor mais mal compreendido do debate económico português, o Estado.
Sou Português. E Europeu. Há muito que me sinto bem com esta dupla identidade. Sei bem que não estou no confortável grupo da maioria - sim, os nacionalismos ainda prevalecem sobre o europeísmo. Acredito que será uma questão de tempo – i.e. as condições certas com os líderes certos. Mas assumo, já neste primeiro parágrafo, ao que venho.
Há equipas que ganham jogos. Há equipas que ganham respeito. Cabo Verde não ganhou e, no entanto, apurou-se na fase de grupos. E conseguiu muito mais que respeito: saiu do mundial 2026 como o exemplo de liderança.
O VAB - Valor Acrescentado Brando é uma obra de reflexão económica sobre Portugal e sobre a forma como o país gera, retém e defende valor.

















