Grande parte da inovação europeia nasce de forma defensiva. Regulamos para proteger, inovamos para mitigar risco, digitalizamos para cumprir requisitos. A intenção é nobre e, em muitos casos, necessária.
A liderança das últimas décadas, na economia como na política, tem-se apresentado como especialmente moralista. As empresas apregoam exigentes códigos de ética, anunciam-se responsáveis e sustentáveis, garantindo múltiplas preocupações beneméritas para lá do lucro.
Muito recentemente escrevi sobre o poder persistente do patriarcado e sobre a forma como essa estrutura molda, de modo subtil e profundo, a vida de cada um de nós e a própria organização das sociedades.
A inteligência artificial está a deixar de ser uma ferramenta clínica isolada para se tornar um instrumento de planeamento estratégico na saúde pública.
Aproveita ao máximo o teu dinheiro e a tua vida é o lema do livro de Bill Perkins, considerado um dos traders na área da energia mais bem-sucedidos da história. Uma edição da Lua de Papel.
O TheFork revelou os 50 restaurantes preferidos dos portugueses em 2025, destacando tendências de consumo centradas na experiência, socialização e descentralização geográfica. Lisboa mantém ícones como a Cervejaria Ramiro no topo, mas cidades como Porto, Almada e Aveiro ganham cada vez mais destaque no mapa gastronómico nacional.
A minha irmã Clara Pinto Correia foi enorme. Na inteligência, na beleza, no brilho, na sedução, na escrita, no ensino, na ousadia, no inconformismo, no desafio das convenções ... e no desespero que nos causava com a sua recusa em aceitar fazer o que achávamos seria melhor para ela...
Há uma inflação silenciosa a atravessar o mundo do trabalho que não aparece nos relatórios económicos nem nos dashboards de performance: a inflação de títulos.
A reflexão surge no seguimento do livro “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman (esse mesmo, o mesmo de “Sandman”).
Um dos maiores desafios da gestão passa por entender o ponto ótimo de exigência de uma determinada pessoa ou equipa. Gerir não é exigir muito nem pouco, é sim exigir na medida certa e, à falta de melhor critério, o que contribua para o crescimento de uma pessoa, equipa ou organização.
Durante décadas, liderar empresas significava essencialmente gerir mercados relativamente estáveis, cadeias de abastecimento previsíveis e ciclos económicos que, embora com crises, mantinham alguma regularidade. Hoje, esse mundo já não existe.
Como salvar o potencial humano numa era de máquinas inteligentes é o que o investigador Matt Beane desmistifica neste livro.

















