Há um clamor ruidoso que hoje atravessa as elites intelectuais e as redes sociais africanas: a rutura com o Ocidente e, em especial, com a presença histórica da França. É o grito de guerra dos novos panafricanistas. No entanto, para quem analisa a geopolítica através da lente fria da estratégia de negócios, este clamor revela uma fragilidade estratégica alarmante.
Vender serviços consistia em dominar a informação, conhecer o mercado e construir uma relação de confiança. Um agente de seguros, um gestor bancário, um consultor imobiliário ou qualquer profissional da área comercial nos serviços distinguiu-se até hoje, pela sua capacidade de aconselhar, apresentar alternativas e conduzir o cliente até à decisão. Mas esta realidade está a mudar rapidamente.
Durante décadas acreditámos que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres era um caminho praticamente consolidado. As mulheres conquistaram espaço nas universidades, entraram em setores tradicionalmente masculinos, assumiram cargos de liderança e demonstraram, todos os dias, que competência, mérito e capacidade de decisão não têm género. Mas estaremos, afinal, a assistir ao encerramento das portas que julgávamos definitivamente abertas, estamos a entrar na linha do “Lean out”1?
Como criar promps eficazes, utilizar ferramentas e assistentes virtuais, ou escrever e traduzir com inteligência artificial são alguns dos temas que este livro da Deco Proteste aborda e clarifica de forma prática.
Singapura, Londres e Sydney foram consideradas as cidades mais acolhedoras do mundo para os turistas, segundo a pesquisa da Holafly que analisou 200 cidades.
Para completar os 980 cromos da caderneta do Mundial sem fazer uma única troca, seria necessário comprar, em média, cerca de 7.296. O excedente não é uma falha do sistema – é o preço de tentar fazê-lo sozinho. E talvez tenha mais a ensinar sobre pessoas, equipas e organizações do que imaginamos.
A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa para passar a integrar o quotidiano de muitas organizações. Importa agora compreender de que forma esta transformação do trabalho está e continuará a ser vivida pelas pessoas.
Na vida e na gestão, o tempo é o recurso mais escasso. O dinheiro pode ser recuperado, o conhecimento adquirido e os negócios reconstruídos. O tempo, esse, apenas pode ser bem utilizado. Passamos anos a gerir dinheiro, carreiras e património. Creio que poucos dedicam o mesmo cuidado à gestão do único ativo que nunca poderá ser substituído: o tempo.
O ecossistema de start-ups brasileiro despediu-se definitivamente da euforia do "growth at all costs" que marcou a década passada, para abraçar uma fase de maturidade estrutural que interessa tanto ao investidor institucional quanto ao empreendedor que busca construir valor real.
A boa prática de gestão ensinou-nos, durante muito tempo, que decidir melhor depende de ter mais informação. Investimos, então, em dashboards, relatórios, indicadores, etc.. No entanto, a confiança de quem lidera está em queda. No 29.º inquérito global da PwC (2026), a percentagem de gestores confiantes no crescimento do próprio negócio caiu para 30%, o nível mais baixo em quatro anos, contra 56% em 2022.
Esta nova edição do livro de Marshall B. Rosenberg fornece recursos destinados a usarmos o poder que temos para servir intenções específicas.
O Marvila Studios deverá estar concluído no 3.º trimestre do próximo ano e aposta num conceito de hospitalidade híbrida, com mais de 300 estúdios.

















