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Teletrabalho com ou sem pandemia

As restrições impostas pela pandemia, em especial os confinamentos, levaram muitas empresas, particularmente do setor dos serviços, a adotar modelos de trabalho remoto. Na generalidade dos casos, esses modelos foram implementados pela primeira vez e nem sempre com as competências e meios tecnológicos adequados.

Reagir à subida dos custos

A crise inflacionista é o mais recente desafio à resiliência das empresas. A inflação estava já a subir devido à disrupção nas cadeias globais de abastecimento causada pela pandemia e, com a guerra na Ucrânia, este indicador económico conheceu um agravamento constante, atingindo, em setembro, os 10% na zona euro.

Reagir à subida dos custos

A crise inflacionista é o mais recente desafio à resiliência das empresas. A inflação estava já a subir devido à disrupção nas cadeias globais de abastecimento causada pela pandemia e, com a guerra na Ucrânia, este indicador económico conheceu um agravamento constante, atingindo, em setembro, os 10% na zona euro.

Revalorização do fator humano

Previsões algo distópicas apontavam para uma razia de empregos nas grandes economias mundiais, devido à digitalização das cadeias de valor e à emergência da chamada indústria 4.0. Mas o que vemos hoje, passada a fase crítica da crise sanitária, é uma preocupante falta de mão-de-obra e uma agressiva disputa por talento nas economias mais desenvolvidas, realidade a que Portugal não escapa.

Por um novo paradigma energético

No mundo atual, a energia é um fator decisivo para o desenvolvimento económico dos países, o bem-estar das pessoas e a competitividade das empresas. Tanto assim que o consumo energético não tem parado de aumentar, alimentando um modo de vida caracterizado por uma extrema voracidade em relação aos recursos naturais não renováveis.

Por um novo paradigma energético

No mundo atual, a energia é um fator decisivo para o desenvolvimento económico dos países, o bem-estar das pessoas e a competitividade das empresas. Tanto assim que o consumo energético não tem parado de aumentar, alimentando um modo de vida caracterizado por uma extrema voracidade em relação aos recursos naturais não renováveis.

Criar talento para o empreendedorismo

O Movimento Júnior Português conheceu um franco desenvolvimento nos últimos anos. Os jovens que frequentam o ensino superior demonstram hoje uma maior apetência pelo empreendedorismo, conscientes que estão de que o conhecimento especializado e as competências tecnocientíficas que adquirem nas universidades e politécnicos se adequam a modelos de negócio de base tecnológica.

Reforçar o peso da indústria no PIB

A industrialização em Portugal foi difícil e tardia. O primeiro impulso industrializador só ocorreu durante o Liberalismo Vintista (1820-1834), mas foi travado pela guerra civil e por constantes mudanças governamentais. Posteriormente, houve um surto de desenvolvimento industrial durante a Regeneração (1851-1890) e um segundo surto no final do século XIX, com o aparecimento das grandes companhias industriais.

Levar o mecenato empresarial às universidades

A atividade das empresas não pode reger-se apenas pelos interesses dos seus shareholders, ou seja, pelos interesses daqueles que diretamente beneficiam do cumprimento dos objetivos financeiros – os acionistas. Isto significa que as empresas têm, igualmente, que cuidar de satisfazer os interesses dos seus stakeholders. Isto é, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, são condicionados pela sua atuação.

Empresas no centro do sistema de inovação

As empresas são hoje o centro nevrálgico do sistema de inovação português, como acontece nos países mais desenvolvidos. Para se ter uma ideia, em 2020, o setor privado foi responsável por 57% da despesa bruta nacional com I&D, que atingiu, nesse ano, o seu recorde histórico: mais de 3.200 milhões de euros (1,62% do PIB). Ora, em 2015, apenas cerca de 44% desta despesa era produzida pelo setor privado.