As restrições impostas pela pandemia, em especial os confinamentos, levaram muitas empresas, particularmente do setor dos serviços, a adotar modelos de trabalho remoto. Na generalidade dos casos, esses modelos foram implementados pela primeira vez e nem sempre com as competências e meios tecnológicos adequados.
A 22.ª edição do prémio Jovem Empreendedor decorre amanhã, em Lisboa. Este ano com a nova categoria de Mulher Empreendedora.
A crise inflacionista é o mais recente desafio à resiliência das empresas. A inflação estava já a subir devido à disrupção nas cadeias globais de abastecimento causada pela pandemia e, com a guerra na Ucrânia, este indicador económico conheceu um agravamento constante, atingindo, em setembro, os 10% na zona euro.
A crise inflacionista é o mais recente desafio à resiliência das empresas. A inflação estava já a subir devido à disrupção nas cadeias globais de abastecimento causada pela pandemia e, com a guerra na Ucrânia, este indicador económico conheceu um agravamento constante, atingindo, em setembro, os 10% na zona euro.
Previsões algo distópicas apontavam para uma razia de empregos nas grandes economias mundiais, devido à digitalização das cadeias de valor e à emergência da chamada indústria 4.0. Mas o que vemos hoje, passada a fase crítica da crise sanitária, é uma preocupante falta de mão-de-obra e uma agressiva disputa por talento nas economias mais desenvolvidas, realidade a que Portugal não escapa.
No mundo atual, a energia é um fator decisivo para o desenvolvimento económico dos países, o bem-estar das pessoas e a competitividade das empresas. Tanto assim que o consumo energético não tem parado de aumentar, alimentando um modo de vida caracterizado por uma extrema voracidade em relação aos recursos naturais não renováveis.
No mundo atual, a energia é um fator decisivo para o desenvolvimento económico dos países, o bem-estar das pessoas e a competitividade das empresas. Tanto assim que o consumo energético não tem parado de aumentar, alimentando um modo de vida caracterizado por uma extrema voracidade em relação aos recursos naturais não renováveis.
O Movimento Júnior Português conheceu um franco desenvolvimento nos últimos anos. Os jovens que frequentam o ensino superior demonstram hoje uma maior apetência pelo empreendedorismo, conscientes que estão de que o conhecimento especializado e as competências tecnocientíficas que adquirem nas universidades e politécnicos se adequam a modelos de negócio de base tecnológica.
A industrialização em Portugal foi difícil e tardia. O primeiro impulso industrializador só ocorreu durante o Liberalismo Vintista (1820-1834), mas foi travado pela guerra civil e por constantes mudanças governamentais. Posteriormente, houve um surto de desenvolvimento industrial durante a Regeneração (1851-1890) e um segundo surto no final do século XIX, com o aparecimento das grandes companhias industriais.
A atividade das empresas não pode reger-se apenas pelos interesses dos seus shareholders, ou seja, pelos interesses daqueles que diretamente beneficiam do cumprimento dos objetivos financeiros – os acionistas. Isto significa que as empresas têm, igualmente, que cuidar de satisfazer os interesses dos seus stakeholders. Isto é, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, são condicionados pela sua atuação.
A guerra na Ucrânia, que envolve dois países que em conjunto representam 30% da oferta global de cereais, fez despertar o debate sobre a autossuficiência alimentar de Portugal.
As empresas são hoje o centro nevrálgico do sistema de inovação português, como acontece nos países mais desenvolvidos. Para se ter uma ideia, em 2020, o setor privado foi responsável por 57% da despesa bruta nacional com I&D, que atingiu, nesse ano, o seu recorde histórico: mais de 3.200 milhões de euros (1,62% do PIB). Ora, em 2015, apenas cerca de 44% desta despesa era produzida pelo setor privado.








