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Saber gerir o dinheiro

Num ranking do Banco Central Europeu, relativo a 2020, os portugueses surgem em último lugar, entre os 19 países da zona euro, no que respeita a literacia financeira. Isto significa que uma parte significativa da nossa população não domina os conceitos financeiros, daqui resultando uma deficiente capacidade para tomar decisões informadas relativamente à gestão do dinheiro.

O problema da competitividade

Nas economias mais desenvolvidas, os fatores tradicionais de competitividade – preço, custos de produção, capital, matérias-primas, mão de obra intensiva, localização geográfica, acessos, etc. – perderam peso, ao mesmo tempo que passaram a ser determinantes para o sucesso das empresas e dos seus bens/serviços fatores como a marca, a tecnologia, a inovação, a criatividade ou a diferenciação.

Formar mais engenheiros

A guerra tecnológica entre os EUA e a China está ao rubro. A acesa competição envolvendo as duas maiores economias do mundo passa, em boa medida, pela formação e captação de talento, em particular nas engenharias de ponta.

Acelerar a transição geracional

Em Portugal, ainda existe um fosso entre as novas e as velhas gerações. A geração mais preparada de sempre está pouco presente quer nos centros de decisão política, quer nos centros de decisão económica.

Diminuir a dependência do exterior

Em 2022, o défice da balança comercial atingiu os 30.783 milhões de euros. Trata-se do valor mais elevado desde que há registos e é explicado pelo facto de as importações de bens terem crescido 31,2%, enquanto as exportações subiram apenas 23,1%.

Não deixar descarrilar a ferrovia

Todos temos consciência do potencial transformador do investimento na ferrovia. A necessidade, por um lado, de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e, por outro, de melhorar quer a mobilidade no interior do território, quer as ligações à Europa fazem da ferrovia um fator crítico de desenvolvimento do país.

2023, um ano desafiante

O ano de 2022 não deixa saudades. Guerra na Ucrânia, tensão geopolítica, arrefecimento económico mundial, crise inflacionista e energética, travagem na globalização, persistência da pandemia em algumas zonas do globo, multiplicação de eventos extremos associados às alterações climáticas…. Considerando tudo isto, é difícil imaginar que 2023 possa ser pior do que o ano que agora terminou.

Atenção à fiscalidade

Aprovada a proposta de Orçamento do Estado para 2023, os empresários devem estar atentos às alterações fiscais consagradas no documento, como a redução seletiva de IRC, o aumento de 25 mil para 50 mil euros da taxa especial de IRC das micro, pequenas e médias empresas, o fim do limite temporal para reportar prejuízos fiscais, o não agravamento da tributação autónoma ou a majoração dos gastos de energia em IRC.