Quando falamos na utilização das redes sociais no âmbito corporativo, a sua importância é inquestionável. Todas as marcas querem estar mais perto do consumidor final, aquele que compra de forma mais rápida ou impulsiva. Querem informar, divertir, interagir com o público, criar passatempos e anunciar giveaways. Mas e se o cliente for outra empresa, que pensa e repensa e analisa a compra?
A Martech Digital chega hoje ao mercado. A nova agência de marketing digital está vocacionada para empresas business-to-business e quer ser a agência de referência em transformação digital de marketing e vendas. Ana Barros, fundadora, explica em entrevista ao Link To Leaders como nasceu o projeto e as ambições que a motivam.
Já aqui falei dos desafios de liderar uma empresa tecnológica. Num setor tão competitivo como o das Tecnologias de Informação não podemos poupar esforços para reter talento. Com a entrada da Geração Z para a força de trabalho, cada vez mais se valoriza um líder, ou LEO, do que um chefe, o tradicional CEO.
Há várias interpretações do que é o “marketing”. Para muitas pessoas, é “publicidade”, “a arte de persuadir” ou simplesmente “promover produtos e serviços”. Segundo o “Pai” do marketing, Philip Kotler, é a arte de criar valor para o consumidor.
As inovações tecnológicas transformaram profundamente o modo como trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos. Isto supõe um desafio para qualquer líder, mas para os líderes das empresas tecnológicas – que são um setor altamente competitivo – o risco de não estar à altura do desafio é especialmente marcante. Podem cavar um fosso entre a liderança e a equipa que a deixa incapaz de gerir, comunicar, de criar um ambiente de trabalho aliciante e reter talento.
Quando falamos em vendas e marketing, não é raro ver a estratégia de muitas empresas reduzida a uma mera checklist. O processo é condensado em pequenos passos, como angariar o cliente; enviar materiais de nutrição; esperar que faça a passagem pelo funil de compra até poder enviar uma proposta e fechar negócio.
Todos conhecemos a máxima “o cliente tem sempre razão”. Talvez nem sempre seja (totalmente) verdade, mas é certo que nenhuma empresa sobrevive sem clientes satisfeitos. Por isso, há uma pergunta que um CEO nunca deve perder de vista: quão customer centric é a minha empresa de tecnologia? Por outras palavras, está a fazer tudo o que pode em prol do cliente, ou porque é mais conveniente para si?
É já na próxima semana, de 9 a 11 de dezembro, que se realiza a Falando TI Digital, um evento 100% digital que reúne profissionais de Portugal e do Brasil.
Uma das primeiras coisas que aprendemos em qualquer curso de Marketing é a definir as buyer personas. As personas são um protótipo das pessoas a quem queremos chegar com as campanhas: conseguimos descrevê-las com base em pesquisas de mercado, estudamos os seus hábitos, conhecemos as suas dores.
Trimestre após trimestre, as expetativas confirmam-se. O Banco de Portugal estima que o PIB vai baixar pelo menos 9.5% em 2020, em parte arrastado pela queda do turismo, um dos grandes motores da economia portuguesa. Mas, se em certos setores, nomeadamente na hotelaria e restauração, os números são contundentes, outros escapam ao nosso radar: afinal, como estão as empresas de tecnologia?
Ninguém vende porque faz publicidade. Estou a desafiar as leis do Marketing, da Economia e do próprio bom senso? Nem por isso. Numa empresa de Tecnologias de Informação (TI) consegue vender porque o seu produto (ou serviço) apresenta uma solução eficiente para um problema real – por exemplo, um software de gestão de projetos que responde às necessidades de uma equipa em crescimento ou um servidor mais potente para um website de e-commerce com demasiado downtime.
Aquilo que nos separava, foi de facto o que nos uniu. O mundo digital. Se ainda havia empresas com resistência ao digital, agora, mais do que nunca, tiveram de adotar este canal nas suas organizações. Porquê? Porque é o único canal que une pessoas e empresas.










