Que, por efémera, tem de ser aproveitada. Por alguma razão se chama ao verão silly season.
O Katapult Ocean é programa de aceleração norueguês vocacionado para os "negócios" dos mares que quer desafiar as start-ups portuguesas a apresentarem os seus projetos. A próxima edição arranca já no final do ano e Ross Brooks, business developer e finance associate, explica os objetivos do programa.
Desafiámos a Centro Investe, de Figueiró dos Vinhos, a identificar a start-up do mês. Este centro de negócios e de inovação da região Centro escolheu um projeto ali incubado, a Arteimanha. Uma produtora audiovisual de cinema, publicidade e eventos.
A start-up norte-americana Fever entrou recentemente no mercado português depois de fechar uma ronda de investimento de série C. A Portugal Ventures e a Caixa Capital estão entre os investidores.
Um dos desafios atuais prende-se com a palavra digital. Apareceram os digitais. Essa nova chusma que foi entrando pelos edifícios das empresas pelos calabouços até aos pisos do board.
O modelo de negócio da Welendus abriu uma nova possibilidade para quem quer investir dinheiro de uma forma mais eficaz, transparente e flexível.
Este investimento, que valorizou a Uber em cerca de 62 mil milhões de euros, terá como objetivo unir esforços entre as duas empresas para avançar com a próxima inovação no setor da mobilidade.
A cidade alemã de Estugarda vai receber no dia 7 de novembro, a 2.ª edição do DeepTech4Good.
No final de julho, o Governo lançou, através da CASES e com cofinanciamento do PO ISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, a Plataforma Portugal Voluntário (www.portugalvoluntario.pt) e um conjunto de medidas de apoio ao voluntariado “que pretendem tornar esta prática mais dinâmica, mais qualificada e mais responsável”.
Um estudo internacional apresenta algumas razões para empresas como a Google, a Amazon e a Uber terem falhado redondamente no mercado chinês.
Só este ano já foram investidos mais de 130 milhões de euros em 26 empresas produtoras de água com gás. A culpa desta nova febre parece ser dos millennials, que estão a perder o interesse por refrigerantes.
Este valor, que cresceu 16% face a 2016, parece ter sido conseguido devido a duas alterações na legislação brasileira.
















