À medida que 2024 termina, chega o momento de refletir sobre as conquistas e os desafios do ano. Mas, mais do que revisitar o passado, é também tempo de olhar para o futuro, de planear, ajustar rotas e estabelecer novos objetivos.
Empresas e Start-Ups
Dia 8 de dezembro foi o dia do antigo aluno do Colégio de São João de Brito. Dia 8, depois de algum debate interno, voltei ao Colégio e fui à missa das 19h (missa do CUPAV).
Entrevista/ “Os projetos portugueses têm muito valor e não podemos ter medo de competir com os estrangeiros”
"É preciso fazer algo para não só ajudar os professores a serem mais produtivos, mas também para trazer mais liberdade para a parte mais apaixonante do trabalho, que é o trabalho com os alunos", defende João Guimarães, cofundador da Intuitivo, que acredita que “os professores, hoje em dia, dedicam demasiado tempo a tarefas de menor valor acrescentado, como, por exemplo, a corrigir testes à mão.
Com a abertura da época natalícia, os jantares de Natal começam a ser agendados, organizados e, por isso, a acontecer. Por isso, seja convidado(a) ou anfitrião(ã), é essencial que faça boa figura.
2025 está a chegar. O futuro da gestão empresarial trará transformações aceleradas. Inteligência artificial (IA), modelos de trabalho híbridos e o reforço da sustentabilidade ambiental e financeira nas estratégias empresariais não são apenas tendências. São já a nova realidade, que exige adaptabilidade por parte das organizações. E como navegar neste novo ambiente?
O futuro de Portugal no setor da indústria metalomecânica exige uma reflexão profunda sobre a nossa competitividade. Como podemos ser mais competitivos e mudar a nossa narrativa e adotar uma visão estratégica a longo prazo?
Na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-29), realizada em Baku, Azerbaijão, a dificuldade e a complexidade das negociações climáticas globais estiveram em destaque.
Estabelecer um centro de engenharia de software e expandir a presença no mercado local é esta a estratégia da Emergn para Portugal, revelou Alex Adamopoulos, CEO da empresa, que abriu há cerca de dois anos um centro tecnológico no Porto.
"Correu mal? Não fui eu..."! Esta frase remete para uma clássica resposta observada em diversos contextos, seja ele familiar, social ou organizacional.
Quantas vezes já sonhamos em criar algo significativo, mas ficamos paralisados pela sensação de que faltava alguma coisa? "Eu não tenho dinheiro suficiente". "Não tenho os recursos certos". "Não tenho experiência".
"As empresas que prosperam são aquelas que equilibram tecnologia com um forte foco no lado humano - é aqui que as power skills se destacam, tanto a nível global como em Portugal", defende Filipa Lemos Cristina, fundadora da PowerUP.
Garantir financiamento é um passo crítico para a maioria das start-ups, mas apresentar-se a investidores de capital de risco (VCs) pode ser um processo desafiante.












