"Quando estamos a falar de um estúdio de videojogos, desde o dia zero a internacionalização é uma prioridade e um ponto obrigatório", explica Marco Bettencourt, fundador e CEO da Redcatpig, estúdio que "leva muito a sério o desenvolvimento de videojogos" e que já tem o seu primeiro jogo KEO em mais de 120 países.
Empresas e Start-Ups
O ano de 2024 foi um ano de excelência para o turismo no Centro de Portugal a vários níveis, que confirmou a posição da região como destino de eleição a nível nacional e internacional.
Todos conhecemos os constrangimentos atuais que a geopolítica e geoeconomia colocam ao comércio internacional. Mas nem esses desafios, por mais complexos que sejam, devem abrandar os planos de internacionalização das nossas empresas e economia.
À medida que as organizações se preparam para 2025, há um aspeto essencial que não podemos deixar de lado: a criação e manutenção de uma pipeline de talentos sólida e diversificada.
À medida que nos aproximamos de 2025, o Bitcoin não é mais visto apenas como uma criptomoeda volátil. Tornou-se uma base fundamental para novos modelos de negócios e inovação global.
Vivemos no tempo de Trump. Adore-se ou deteste-se (e quase todos estão numa destas duas posições), a nossa época é definida pelo magnata americano.
Há momentos na história da humanidade verdadeiramente transformadores. Vivemos um desses momentos com a inteligência artificial. Assim como os computadores, os telemóveis e a internet transformaram tudo. Como trabalhamos, estudamos, interagimos socialmente e vivemos o dia a dia, agora chegou a vez da inteligência artificial voltar a baralhar e mudar tudo.
O capital de risco está a impulsionar uma transformação silenciosa, mas profunda, na saúde digital cardiovascular.
Vivemos há séculos com a ideia de que a verdade se opõe à mentira e que o fosso que separa estas duas entidades é claro e inequívoco, sendo, portanto, possível, desmontar e denunciar uma mentira através de uma informação rigorosa e supostamente objetiva.
Houve, nas últimas décadas, um salto significativo na qualificação dos empresários e gestores portugueses, com reflexos muito positivos na produtividade, competitividade e crescimento do nosso tecido empresarial.
No seu mais recente livro "Para todas as mulheres que não têm coragem", a jornalista brasileira e uma das cofundadoras da Contente fala sobre o fenómeno da impostora e desafia todas as mulheres a serem as protagonistas da sua própria história através da coragem.
Surpreendo-me ao ver como a posição dos chamados países do Ocidente (EUA, UE, Japão, etc.) tidos, outrora, por todo-poderosos, quando nada se fazia sem o seu consentimento ou aprovação, dominando e explorando os outros países, estarem hoje a ser largamente superados por alguns novos, antes colonizados e explorados.












