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Empresas e Start-Ups

Foto: Teresa Damásio, administradora do Grupo Ensinus

Será o acesso ao ensino superior verdadeiramente democrático e equitativo?

Continuamos a favorecer classes economicamente privilegiadas? É esta a premissa que me leva a escrever o artigo deste mês. É importante olharmos para os critérios de seleção de acesso ao ensino superior. Estes fatores têm implicações a diferentes níveis: pessoais, institucionais e nacionais.

Zuckerberg fala, mas os factos desmentem

Vivemos no mínimo, tempos bizarros. De um lado temos pessoas tão poderosas e influentes como Mark Zuckerberg a dizer - “Acho que a energia masculina é boa e a cultura corporativa estava a fugir dela”-  provavelmente mais a piscar o olho a Trump e ao que a sua administração pode fazer por ele, do que às suas ideologias.

Entrevista/ “Somos, claramente, um acelerador da digitalização das empresas nacionais”

"A Páginas Amarelas trabalha lado a lado com as PME no sentido acelerar e de democratizar o acesso a soluções digitais que incrementem a produtividade, a eficiência e a rentabilidade dos negócios nacionais", assegura João Souto, o novo CEO da empresa desde o passado mês de dezembro.
Foto: Vasco Ribeiro, comentador e especialista em diplomacia

Falta de protocolo político ou a nova diplomacia USA da primeira-dama de Trump?

Muito se tem falado – e continua a falar, de um dos momentos (senão o mais) mais curiosos e criticados durante a tomada de posse de Trump como o novo presidente dos Estados Unidos. É de Melania Trump, primeira-dama, que me refiro eu e, em bom rigor, meio mundo (quase inteiro ou mundo inteiro).

Telehealth: Oportunidades na Era da Saúde Digital (Aposta 2025)

O ano 2024 terminou, e vimos o setor da telemedicina a experimentar um crescimento explosivo, tornando-se uma das áreas mais promissoras no setor da saúde digital. Com um valor de mercado terá atingido 108 mil milhões de dólares em 2024, a telemedicina está a redefinir a forma como os cuidados de saúde são prestados​.

Continuar a crescer lá fora

Até ao processo de ajustamento desenhado pela troika, o modelo de desenvolvimento da economia portuguesa assentava na procura interna. Em 2008, o peso das exportações no PIB estava abaixo dos 30% e as empresas exportadoras constituíam apenas 8% do tecido empresarial nacional. Acresce que, nesse mesmo ano, as vendas ao exterior representavam somente 35% dos negócios das empresas.