Estamos a viver a Revolução 4.0, caraterizada pela confluência das tecnologias digitais, físicas e biológicas, que se prevê vir a produzir transformações gigantescas no mercado de trabalho e na própria sociedade.
Empresas e Start-Ups
Este mês em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março, escrevo sobre algumas empreendedoras que se destacam no ecossistema brasileiro.
Dia 8 foi o Dia da Mulher. O Dia da Mulher é um dia que me deixa contente porque é um dia em que se festejam muitas conquistas difíceis: o direito ao voto, o direito ao trabalho e o direito à propriedade (o site "School of Feminism" tem uma série de posters com uma lista de grandes e pequenas conquistas).
No dia 8 de março, a demógrafa Maria João Valente Rosa disse no jornal Público, comentando os vários estudos fantásticos que a Fundação Francisco Manuel dos Santos tem feito sobre as mulheres, uma frase que me fez pensar muito: “A sociedade será igualitária quando tivermos mulheres incompetentes como CEO de empresas”.
Patrick Götz tem uma missão: revolucionar a forma como se aprende e ensina nas escolas portuguesas. O recém empreendedor de 44 anos, que trabalhou durante mais de uma década em ambiente de multinacional, criou a Teckies, uma start-up que pretende levar conhecimento sobre robótica às salas de aula.
Nos tempos que correm há muitas maneiras de convidar pessoas a participar numa atividade. Para situações mais informais, pode-se convidar pelo telefone ou enviar o convite por mensagem eletrónica, tendo em atenção que os convites digitalizados carregam muito as caixas de correio e até podem ir parar à caixa de SPAM. Se não se obtiver respostas ao fim de uma semana, terá de ser feito um “follow up” para saber se foram recebidos.
O calendário marcou recentemente mais um Dia Internacional da Mulher e muito se escreveu, comentou e fotografou sobre este dia. Confesso-vos que tentei, mas não fui capaz de deixar passar a data sem, também eu, escrever sobre ela.
Fernando Amaro tem a seu cargo a direção comercial da Área de Economia Social e Setor Público do Banco Montepio e defende com entusiasmo a importância do empreendedorismo social na sociedade. É o novo convidado da rubrica Link To Acredita Portugal.
Passamos cada vez mais tempo útil na empresa, com colegas de trabalho. Muitos passam mais tempo útil na empresa do que com a família. É, por isso, cada vez mais importante que os colegas de trabalho sejam como uma família, para que nos sintamos bem, falemos, rimos, discutamos e produzamos.
Mais do que falar de homem e mulher, acho cada vez mais relevante falar do conceito de feminino e masculino e compreendermos a dimensão epistemológica e o carácter holístico que o feminino tem desde o início das civilizações.
Nos últimos meses foram publicados dois rankings importantes que revelam qual o posicionamento de Portugal relativamente à sua capacidade de atrair, desenvolver e reter talento.
A forma como nos relacionamos, comunicamos e interagimos com familiares e amigos é cada vez mais virtual, o mesmo sucedendo no dia a dia das organizações. A importância da tecnologia e das ferramentas de comunicação nas organizações é inquestionável, mas até onde é que podemos (ou devemos) ir?












