Aplicar à gestão o conceito de "só olho aos fins e não olho aos meios" significa adotar uma abordagem focada exclusivamente nos resultados, sem dar a devida atenção aos processos, métodos ou valores utilizados para alcançá-los. Foi esta a resposta que o ChatGPT deu à minha pergunta.
Empresas e Start-Ups
A questão da personalização do trabalho, baseada na ideia de que “o trabalho não é mais um lugar aonde se vai, e sim algo que se faz” (1), tem historicamente raízes que remontam às primeiras décadas do século XX e, atualmente, tem um grande reforço e generalização com os modelos de competências, como ilustra uma famosa expressão de Philippe Zarifian, quando propõe que “as competências fazem retornar o sentido do trabalho ao trabalhador” (2).
À frente da Porta da Frente Christie's, João Cília tem acompanhado de perto a transformação do mercado imobiliário de gama alta em Portugal. No dia em que a empresa organiza o Portugal Premium Realty Forum, o CEO fala sobre as tendências que estão a redefinir o setor, o impacto das políticas públicas e o papel da tecnologia e da inteligência artificial na mediação imobiliária.
Num mundo louco em constante mudança, o que distingue as empresas que crescem das que apenas resistem não é a sorte: é a capacidade de ler os sinais do futuro e agir com intenção no presente.
"Acreditamos que cada mulher que volta ao mercado de trabalho representa uma mudança real", assegura João Machado, presidente da Fundação Ageas, secundado por Carolina Pita Negrão, diretora da Fundação MEO, que sublinha que "com ferramentas No-Code e Inteligência Artificial, qualquer mulher pode criar um site, uma app ou uma automação, mesmo sem formação técnica".
Psicoterapeuta de formação, Sandra Barata trocou o consultório pelo restaurante dos pais. Desde 2009, lidera o Girassol, um espaço localizado no Montijo com mais de 50 anos de história, que combina a tradição da gastronomia portuguesa com técnicas modernas e um conceito de hospitalidade centrado nas pessoas.
O Centro de Portugal é um dos territórios com tradições gastronómicas mais ricas e diversificadas da Península Ibérica. Não o afirmamos apenas por bairrismo; é uma constatação sustentada na autenticidade e qualidade dos nossos produtos, na mestria de quem os prepara e na ligação profunda entre o que comemos, o que produzimos e o que somos.
Vivemos um tempo fascinante, em que a velocidade da inovação tecnológica nos desafia diariamente. A Inteligência Artificial e a Automação já não são conceitos do futuro — são o presente, e vieram para ficar. Mas o que torna este tempo verdadeiramente especial é percebermos que, apesar de tudo, o centro continua a ser o ser humano.
O Nobel da Economia de 2025 foi atribuído à “explicação do crescimento económico impulsionado pela inovação”. O historiador holandês Joel Mokyr recebeu metade do prémio “por ter identificado os pré-requisitos para um crescimento sustentado através do progresso tecnológico”. A outra metade foi entregue ao francês Philippe Aghion e ao canadiano Peter Howitt pelo seu artigo conjunto de 1992 na Econometrica, que formulou a “teoria do crescimento sustentado através da destruição criativa”.
O último trimestre é, por tradição, de recomeços. As cidades voltam a ganhar ritmo, as escolas enchem-se de novos objetivos e as empresas dão início a novos projetos com energia renovada. É também o momento ideal para olharmos para o futuro — e esse futuro tem rosto jovem.
Antes de mais, um disclaimer – sou Administradora Não Executiva Independente do Sport Lisboa e Benfica Futebol, SAD. Por opção, entendendo que se sou Administradora independente não posso ser sócia do acionista maioritário da sociedade, pelo que não sou sócia do Sport Lisboa e Benfica, e nas eleições que se aproximam não vou poder votar. Mas se pudesse, o meu voto ia para Rui Costa!
Num contexto em que as empresas enfrentam escassez de talento e um ritmo de mudança acelerado, a avaliação e o desenvolvimento das pessoas tornam-se fatores críticos de sucesso. Helena Ravara, Head of Assessment & Advisory da Neves de Almeida – Search & Talent Advisory, explica como o Assessment pode ser uma poderosa ferramenta de decisão estratégica e apresenta as soluções que ajudam as organizações a “conhecer melhor para decidir melhor”.












