Michelle Correia e Alexandre Neves partilham uma história com um denominador comum: trocaram o seu país de origem por Portugal. Mas não se arrependem. Ela está cá há mais de 10 anos e ele regressou depois de uma primeira experiência. Mais do que os desafios que enfrentam, garantem que há muito mais oportunidades por aqui.
Empresas e Start-Ups
Quando perguntamos a qualquer pessoa, e em particular a um jovem que tem o futuro pela frente, qual a seu maior desejo, a resposta mais provável é: ser feliz.
Em primeiro lugar, e antes de começar, espero que este artigo ajude e esclareça muitos jovens que passaram ou estão a passar por uma experiência parecida com a minha.
Obviamente que este tema não se aplica a todos os profissionais nem a todas as profissões e organizações, no entanto, temos assistido a uma institucionalização do presentismo nas empresas portuguesas desde o século passado, que parece ter vindo a aligeirar, facilitando o nosso estilo de vida e equilíbrio entre vida profissional e familiar.
Este mês lançámos o desafio à Universidade de Aveiro Incubator de eleger a start-up do mês. A eleita foi a LUGGit, uma plataforma tecnológica que, através de uma aplicação móvel, permite a quem viaja requisitar um condutor em tempo real para que lhe recolha a bagagem e entregue no sítio e hora por si definidos.
Em julho de 1961, o homem pôs, pela primeira vez, os pés na Lua. Um feito notável, revelador da capacidade de a humanidade se exceder nos seus limites, um epigrama anti-pessimista sobre o nosso futuro e a capacidade de nos reinventarmos permanentemente.
Impulsionar a atividade internacional das empresas portuguesas é o objetivo da iniciativa “Negócios com o Mundo” lançada pelo BPI, em parceria com o CaixaBank, e que já vai na sua segunda edição. Em entrevista ao Link To Leaders, Pedro Barreto, administrador do BPI responsável pela banca de empresas e institucionais, explica que o apoio do banco às PME com negócios internacionais é um dos segmentos prioritários da sua ação e fala dos projetos que têm em cima da mesa para apoiar o empreendedorismo.
Todos! A Facebook tem uma filosofia mais agressiva que outros gigantes tecnológicos, como a Apple, a Google ou a Alibaba. A sua ambição é ser a empresa mais valiosa no mundo (para não dizer outras coisas). Mas … ainda é “só” a 6.ª maior. E, como tal, tem modelos de gestão e de visão mais agressivos de gestão e de marketing ao mercado.
"Employer of choice" pode ser um conceito ainda pouco conhecido no mercado português, mas se falarmos da dificuldade que as empresas têm atualmente em atrair novos talentos, já não é assim tão estranho. A verdade é que hoje as empresas deixaram de ter o ónus de escolher e passaram a ser escolhidas.
Nas últimas décadas o sistema de apoio social no ensino superior sofreu uma enorme expansão e consolidou-se, tornando-se mais abrangente não só no número de estudantes beneficiários, mas também mostrando uma imagem de qualidade em muitas instituições de ensino superior.
Gary T. Judd já ajudou a desenvolver os níveis de confiança de numerosas organizações que integram a lista Fortune 500 e onde se incluem a Disney Company, a Marriott Corporation e a Shell Oil. Em outubro vamos poder ouvi-lo no Business Transformation Summit, em Lisboa, a falar sobre como criar e manter uma cultura de confiança no seio das empresas.
Portugal não pode querer ser considerado um país desenvolvido se os países que foram suas colónias no passado se mantiverem no nível de desenvolvimento atual.












