"O futuro do turismo não é apenas uma história de tecnologia. É uma história humana sobre significado, confiança, segurança e lugares", defende o futurista Bugge Holm Hansen, que vai estar em Lisboa no próximo dia 16 de janeiro.
Empresas e Start-Ups
No final do século passado trabalhar na área do protocolo não exigia conhecimentos informáticos. A primeira vez que fui convidada para fazer uma conferência no Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 1999, não lembraria a ninguém enviar convites por correio eletrónico.
A poucos dias da 4.ª edição do BOOST, evento internacional que vai debater o turismo no próximo dia 16, em Lisboa, traçamos o perfil do setor, no mercado nacional e internacional, analisamos o peso da atividade na economia e algumas das tendências que se perspetivam. Inovação tecnológica e sustentabilidade marcam o futuro.
Neste artigo de início de ano de 2026, decidi escrever sobre um “elefante da sala” que está a engordar muito rapidamente, mas há muitas pessoas e organizações que estão em negação.
Vivemos, desde o início do século XXI, num contexto de transformação estrutural profunda. O que durante décadas foi percecionado como estável, crescimento económico contínuo, mobilidade global crescente, previsibilidade política, deu lugar a um cenário marcado pela incerteza.
Portugal gosta de se ver como um país institucionalmente estável, europeu, previsível. Mas por baixo dessa superfície existe um padrão persistente: decisões públicas estruturais que demoram décadas, soluções que chegam tarde, caras ou tecnicamente amputadas, e um Estado que, mesmo quando quer mandar, parece pedir licença.
Alessandra Priante, presidente da italiana ENIT SpA, vai participar no BOOST 2026, no painel “Será o Turismo uma Plataforma para a Inovação?”, a decorrer a 16 de janeiro. Reconhecida pela sua experiência enquanto ex-diretora de Turismo da ONU para a Europa e pela liderança na promoção do turismo italiano, Priante partilha nesta entrevista a sua visão sobre crescimento sustentável, a integração das normas ESG e o papel da tecnologia no turismo do futuro.
Durante anos, o marketing digital evoluiu de forma incremental: novos canais, novos formatos, novas métricas. O que se avizinha para 2026 é diferente. Não se trata de mais uma tendência, mas de uma mudança estrutural na forma como as pessoas descobrem, avaliam e escolhem marcas.
Estamos a assistir a um ponto de viragem na forma como as empresas pensam a estratégia, o marketing estratégico e os modelos de gestão.
É amplamente aceite que o mercado de trabalho deve acompanhar as necessidades e a realidade dos seus trabalhadores, procurando, simultaneamente, assegurar um equilíbrio saudável entre a vida profissional e a vida pessoal. Contudo, esse equilíbrio revela-se, na prática, difícil de alcançar, seja de forma contínua ou, pelo menos, na maior parte do tempo.
Entramos em 2026 com o ritual habitual da esperança. A ideia confortável de que, só por virar o calendário, seremos melhores. Mais lúcidos. Mais justos. Mais responsáveis. Aprendi, através do meu percurso profissional, que a esperança, sozinha, não move Organizações nem Sociedades. O que move é a escolha. E a coragem.
Depois dos incêndios de agosto de 2025 voltarem a expor a fragilidade do território, a UPPartner decidiu lançar o One Health Regenera. Em entrevista ao Link to Leaders, Hélio Soares, CEO da empresa, explica a origem do projeto, o papel das empresas na regeneração dos territórios e porque a sustentabilidade só é real quando se traduz em ações concretas.












