Com o início de um novo ano, instala-se aquele frenesim habitual nas organizações: fecham-se orçamentos, desenham-se estratégias, afinam-se KPIs financeiros. É natural, faz parte da boa gestão. Mas talvez este seja o momento certo para mudar a pergunta de partida.
Empresas e Start-Ups
O CEO dos números e do crescimento está em vias de extinção, e o próximo ano vai acentuar esta transformação.
Num mundo em aceleração, marcado por fragmentação geopolítica, tecnologia e pressão climática, 2026 não permite hesitações. A incerteza é um desafio, mas liderar será saber quando segurar as rédeas e quando avançar a galope num novo paradigma mundial.
Chegou finalmente aquela altura do ano em que começamos a abrandar o ritmo, dedicamos um pouco mais de tempo à família, abusamos nos doces e nas refeições tradicionais, sonhamos com aconchego em frente a uma lareira crepitante, uma boa manta e um filme de pastilha elástica, enquanto lá fora chove – ou para os afortunados, neva –, tudo isto com o tilintar de luzes coloridas nas árvores de Natal que decoram os nossos lares.
O ano de 2025 ficará marcado como um ano de afirmação para o turismo em Portugal. Num contexto económico exigente, o setor voltou a bater recordes de receitas, contribuindo de forma decisiva para o desempenho da economia nacional, reconhecido internacionalmente por publicações como The Economist.
Estar na linha da frente do conhecimento é essencial para a transformação num setor que enfrenta desafios cada vez mais complexos. Quem o afirma é Roberto Antunes, diretor executivo do NEST, que, nesta entrevista, partilha a sua visão sobre o futuro do turismo e o legado que espera deixar com o BOOST.
Há uma ideia persistente no mercado de que transformar uma organização é, sobretudo, uma questão tecnológica. Muda-se o software, moderniza-se a arquitetura, reorganizam-se processos e espera-se que o resto aconteça por arrasto.
Há alguns anos escrevi no “Link to Leaders” sobre as vantagens de ser “underdog”. Sobre como a falta de recursos, de estatuto ou de poder formal pode forçar foco, criatividade e uma disciplina de execução rara.
Do Tejo ao Guadiana, pai e filho, 500 quilómetros a pedalar e muitas histórias para contar. Porque as verdadeiras viagens não se medem em quilómetros, mas em memórias partilhadas – nem servem apenas para chegar a um destino, mas para descobrir o caminho.
Há exatamente um ano, pedia um desejo: que a campanha A Camisola Mais Valiosa do Mundo fosse bem-sucedida e nos permitisse angariar fundos e implementar o programa de visitas dos Doutores Palhaços em mais um hospital.
Janeiro é o mês das decisões reavaliadas em silêncio. O entusiasmo do “novo começo” começa a dissipar-se e sobra aquilo que realmente importa: a capacidade de sustentar o que foi decidido quando a excitação passa e a realidade se impõe.
A Gestão atravessa, em 2026, uma transformação mais profunda do que qualquer outra das últimas décadas. Para compreender as mudanças que se anunciam, torna-se fundamental observar ecossistemas onde a inovação empresarial está a avançar mais rapidamente.












