O final do ano traz uma forte expectativa de que a obrigatoriedade da faturação eletrónica em Portugal seja finalmente concretizada. Em entrevista ao Link To Leaders, Eugénio Veiga, general manager da YET - Your Electronic Transactions, revela-se otimista e fala das vantagens e oportunidades que este processo de digitalização representa para as empresas e entidades públicas.
Empresas e Start-Ups
Nem todos temos de gostar de futebol, vibrar com a seleção e virar treinadores de bancada. Mas, se calhar, todos devíamos analisar um pouco os jogos. Não os lances e o desempenho dos jogadores, mas as estratégias de jogo. Porquê?
O próximo ciclo económico será muito desafiador para as lideranças. A volatilidade e a incerteza já são uma realidade. Liderar nestes contextos exige tomar todas as ações defensivas corretas e, ao mesmo tempo, tirar partido da volatilidade e incerteza e utilizá-las como catalisadores para galvanizar ações em torno de novas oportunidades de crescimento futuro da organização e das suas pessoas.
Sabe-se pelas notícias recentes que as Big Tech acabam de despedir, em conjunto, cerca de 30.000 pessoas e prometem continuar esta estratégia em 2023. Com a recente tomada de poder no Twitter, Elon Musk tomou a dianteira neste domínio, seguindo-se-lhes o Facebook e Amazon como os mais expressivos na redução de ativos. Mas o rol continua se mencionarmos a HP, Netflix, Microsoft ou Shopify.
O mercado dos EUA é, sem dúvida, um amplo campo de formulação, experimentação e confirmação de teorias em várias áreas da sociedade.
Cresceu no meio do vinho e da vinha. Deu continuidade ao projeto da família, mantendo um pé na tradição e nos ensinamentos que lhe foram passados, e o outro na inovação e no futuro. É a paixão pelo alvarinho e o respeito pelo território e as origens que o movem. Em entrevista ao Link To Leaders, Luís Cerdeira, gestor e enólogo do Soalheiro, fala da marca, dos desafios e do que tem mantido a casa firme ao longo destes 40 anos.
Desta vez venho falar de um conceito novo nesta Era da Inteligência Artificial e do já insípido mundo das redes sociais. Inicialmente, já há uns bons anos, dei-lhe o nome de "Contraparte" (muito antes das séries televisivas "Counterpart" e "Black Mirror", ou até mesmo do filme "Transcendence"). Era a essência do Projeto ETER9 que andava a tomar forma na minha cabeça.
Sou levado a pensar que os países ricos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, quando veem necessidades pontuais resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais necessitados de outros países do Terceiro Mundo, cobrindo assim a sua lacuna.
Trabalhou em 29 países, mas foi Portugal que escolheu para continuar a sua carreira dentro da Nestlé. Em julho deste ano, a suíça Anna Lenz assumiu os comandos da multinacional num país que já conhece bem e que admira pela ética de trabalho e pela solidariedade que une as pessoas. Em entrevista ao Link To Leaders fala da importância de ser a primeira mulher na direção da empresa em Portugal e dos desafios de liderar uma equipa tão grande e com tanta diversidade cultural.
Sou levado a pensar que os países ricos, quase sem esforço de preparação fina dos seus recursos humanos, quando veem necessidades pontuais resolvem-nas dando mais vistos de trabalho aos profissionais necessitados de outros países do Terceiro Mundo, cobrindo assim a sua lacuna.
Foi notícia em alguns meios de comunicação social esta semana, que a confirmarem-se as recentes previsões da Comissão Europeia, 2024 ficará para a história como o ano em que a Roménia ultrapassará Portugal no ranking de desenvolvimento económico da União Europeia (UE). Os romenos deverão ascender ao 19.º lugar deste ranking, com o PIB per capita a convergir para 79% da média europeia. Portugal voltará a cair, para 20.º lugar, com um PIB per capita equivalente a 78,8% da média europeia.
O burnout de CEOs e líderes está a tornar-se uma realidade cada vez mais difícil de esconder. As mudanças do mercado de trabalho nos últimos anos, estão a levar a uma sensação de crise constante e a um esgotamento emocional. Como podem os líderes lutar pela cultura da empresa e pelo bem-estar no local de trabalho, se também eles estão esgotados?











