A Guiné-Bissau é um país com um potencial económico significativo, mas que, na minha perspetiva, enfrenta desafios consideráveis que impedem o seu desenvolvimento pleno.
Os novos tempos, sem dúvida muito turbulentos e inquietantes, estão a fazer ressurgir certos paradigmas e práticas que acharíamos já ultrapassados e definitivamente arrastados para o “caixote de lixo da História”.
Toda a gente diz que a ordem internacional acabou. O quadro estabelecido em 1945, e baseado nos três pilares da paz, democracia e capitalismo, terá chegado ao fim.
Desde a queda do Muro de Berlim, a Europa viveu uma ilusão confortável. O “dividendo da paz” proporcionou décadas de crescimento económico e de reforço do Estado Social, enquanto os exércitos eram reduzidos a sombras do que tinham sido. No entanto, esse dividendo está a esgotar-se rapidamente.
A tecnologia avança a um ritmo avassalador e as figuras que a lideram têm um impacto tremendo no nosso quotidiano. Entre esses protagonistas destaca-se Elon Musk, um nome que ressoa em toda a parte, não apenas pelas suas inovações, mas também pelas suas atitudes e declarações, que frequentemente geram controvérsia.
Nos últimos tempos, os acontecimentos políticos têm evidenciado, de forma cada vez mais clara, a crescente interdependência entre a geopolítica e a agenda do desenvolvimento sustentável.
Europa em 2025? Já quase todos os comentários e diagnósticos foram escritos. O ano de 2024, pleno de presságios de mudança, terminou com uma sensação generalizada de pessimismo.
Muito se tem falado – e continua a falar, de um dos momentos (senão o mais) mais curiosos e criticados durante a tomada de posse de Trump como o novo presidente dos Estados Unidos. É de Melania Trump, primeira-dama, que me refiro eu e, em bom rigor, meio mundo (quase inteiro ou mundo inteiro).
O ano de 2024 ficou marcado por profundas mudanças políticas, económicas e sociais. O mundo está cada vez mais incerto e emergem novas tensões que podem colocar em causa a paz mundial.
Se um médico me disser por alguma razão que vai fazer o possível pela minha saúde, não são com certeza boas notícias. Por outro lado, se contratar um engenheiro para construir a minha casa e ele disser que vai fazer o possível para que a casa não caia, provavelmente vou procurar outro técnico que me dê mais garantias.
Todos conhecemos os constrangimentos atuais que a geopolítica e geoeconomia colocam ao comércio internacional. Mas nem esses desafios, por mais complexos que sejam, devem abrandar os planos de internacionalização das nossas empresas e economia.
Vivemos no tempo de Trump. Adore-se ou deteste-se (e quase todos estão numa destas duas posições), a nossa época é definida pelo magnata americano.
















