Vivemos na era da informação, onde a vida é em écrans e a imagem oculta a verdade. Inevitavelmente surgiria uma conjuntura exclusivamente determinada pelos níveis de audiência.
A liderança das últimas décadas, na economia como na política, tem-se apresentado como especialmente moralista. As empresas apregoam exigentes códigos de ética, anunciam-se responsáveis e sustentáveis, garantindo múltiplas preocupações beneméritas para lá do lucro.
Durante décadas, liderar empresas significava essencialmente gerir mercados relativamente estáveis, cadeias de abastecimento previsíveis e ciclos económicos que, embora com crises, mantinham alguma regularidade. Hoje, esse mundo já não existe.
Entramos num novo ano com a mesma ilusão confortável: a de que o tempo, por si só, resolve injustiças. As desigualdades de género continuam entranhadas nos Sistemas, nas Instituições e nas escolhas Políticas, em Portugal e no mundo.
Porque a sustentabilidade passou a ser uma questão de governação. O ano de 2026 abre num contexto que desafia muitas das práticas empresariais.
O Fórum Económico Mundial antecipa um agravamento da instabilidade global, com metade das empresas a prever um contexto económico e político turbulento nos próximos dois anos e 57% a apontar, a dez anos, para um cenário dominado por riscos climáticos, tecnológicos e geopolíticos.
Novo estudo revela que as mulheres e as pessoas com menores rendimentos são as que demonstram menor interesse e confiança na política, evidenciando desigualdades persistentes na participação democrática.
Um livro que reúne testemunhos únicos de quem privou de perto com Francisco Pinto Balsemão e que revela o seu lado humano e inesperado através de histórias surpreendentes e cheias de autenticidade.
Será este o fim do milagre alemão? Recentemente, uma estatística surpreendeu tanto o cidadão comum como economistas experientes: em termos de produção per capita, a economia alemã gera hoje aproximadamente o mesmo que o estado norte-americano do Mississippi.
A história da humanidade tem sido marcada por ciclos de poder, desigualdade, inovação e colapso. Do apogeu dos impérios clássicos ao advento das revoluções industriais, sempre houve momentos em que o progresso tecnológico e económico foi acompanhado por profundas assimetrias sociais.
Este ano, já falámos várias vezes do aumento da volatilidade e alertámos para os movimentos bruscos no mercado, que trazem surpresas não só para os investidores privados, mas também para os participantes profissionais. Estes últimos incluem estrategas, que devem compreender a situação geral dos mercados bolsistas e fazer previsões dos seus movimentos.
Conta-se a história de que no Alentejo dois compadres discutiam com os amigos a honestidade. De repente, um diz para o outro: "Eu só conheço duas pessoas irrepreensivelmente honestas. Uma é aqui o meu compadre e a outra o meu compadre que o diga!"

















