Os investidores em start-ups - empresas de capital de risco e capitalistas de risco - estão a direcionar cada vez mais os seus investimentos para empresas de tecnologia, de acordo com um estudo da Bain & Company.
O primeiro fundo de “deep tech” para economia azul e ação climática na Península Ibérica, o Faber Blue Pioneers I, foi aprovado hoje.
A proptech espanhola fechou uma ronda de 9 milhões de dólares e anunciou a entrada Portugal. Até ao final do ano quer ter uma equipa de 15 pessoas no mercado nacional.
A Zaask e o Mercadão deixam de fazer parte da lista de investidas da Portugal Ventures. Por outro lado, a sociedade de capital de risco integrou quatro novos projetos.
"Gostaria de concretizar o projeto do heliporto, estrutura indispensável para assegurar a resposta em tempo adequado aos doentes mais graves e urgentes da região norte. Processo ambicioso, exigente, complexo, infelizmente sem priorização por parte das instituições regionais ou nacionais, mas pelo qual não desistimos", revelou o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar e Universitário de S. João ao Link To Leaders.
Quem nasceu na década de 80, os chamados Millenials, podem vir a ser a geração mais rica da história. A Market Beat explica porquê.
Imobiliário, criptomoedas, terrenos agrícolas, eis algumas das áreas de investimento de cinco das maiores fortunas mundiais no último ano.
Em Silicon Valley, os investidores olham cada vez mais para os criadores como o próximo filão financeiro a explorar.
A autoridade reguladora do centro financeiro do Catar propôs a atualização e a expansão da estrutura regulatória para fundos de investidores profissionais.
A economia global vai viver vários anos de crescimento acima da média à medida que recupera da crise pandémica, apoiada pela vacinação e pelas políticas monetárias e fiscais acomodatícias.
Esta operação, que foi a primeira realizada pelo Fundo IV da Explorer Investments, visa aumentar a capacidade produtiva da Micronipol, expandir os mercados onde opera e otimizar os seus processos e produtos, reforçando ao mesmo tempo a sua estrutura operacional.
As viagens começam a ser retomadas, o turismo está a recuperar e as empresas do setor preveem voltar aos lucros. Por isso, investir em empresas direta ou indiretamente ligadas ao turismo pode ser uma boa opção nesta fase. Pelo menos segundo o Entrepreneur que identifica três sugestões.
















