Há uma forma simples de fazer um grande programa de investimento parecer bem-sucedido: gastá-lo todo. Milhões contratados, projetos aprovados, empresas apoiadas, equipamentos adquiridos.
"Não investimos porque uma fundadora é mulher. Investimos quando encontramos equipas extraordinárias, modelos de negócio robustos e potencial de crescimento sustentável", asseguram Sílvia Mota e Ana Sá Ribeiro, fundadoras do Moon Capital. Avançam que 80% do capital será alocado a empresas em fase de growth e 20% a investimentos venture capital altamente seletivos.
António Henriques, CEO do Bison Bank, reconhece que, apesar de conhecer muitos países, Portugal ganha sempre como destino de férias. Considera importante desligar por alguns dias, até porque, assegura, "muitas das melhores ideias surgem precisamente quando deixamos de procurar soluções de forma intensiva". Na segunda metade do ano, revela, vai estar atento à convergência entre inteligência artificial, ativos digitais e serviços financeiros.
O crédito destinado a transações no setor de living continua a liderar as intenções de financiamento, à frente dos setores industrial, logística e escritórios.
Da biotecnologia ao áudio 3D, a Portugal Ventures volta a apostar no ecossistema de inovação de Leiria. A sociedade de capital de risco investiu na Nutrivalley e na Sound Particles, duas empresas tecnológicas com soluções desenvolvidas em Portugal e ambição de chegar a mercados internacionais.
Ao integrar a Square AM, a Draycott consolida a sua posição enquanto sociedade gestora de fundos imobiliários na Península Ibérica.
Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, revelou que o Banco já apoiou 6 mil empresas afetadas pela tempestade Kristin, num total de 1.150 milhões de euros.
O ecossistema brasileiro de start-ups atravessa 2026 com uma identidade que os veteranos do setor já consolidaram em palavras simples: retomada com filtro.
"Não queremos um lugar na gestão nem impor estratégias. Chegamos com capital, com uma rede global presente em mais de 50 países e com a convicção de que as empresas crescem melhor quando os fundadores e gestores têm espaço para liderar". A explicação é de Fernando Fraga que recentemente assumiu o cargo de Country Manager da JTA Investment Holding.
Ex-atleta olímpico e ex-colega de Zuckerberg em Harvard, Samyr Lainé faz carreira no mercado de investimento. Investe em marcas lideradas por celebridades através da Freedom Trail Capital.
Sejamos honestos: a menos que sejas uma das raras start-ups que consegue captar a atenção do capital de risco logo na fase seed, a maioria terá de apresentar o projeto diretamente a business angels individuais ou a redes de business angels e apresentar o seu caso pessoalmente.
No mercado de capital de risco, o ano de 2025 confirmou uma tendência que já tem sido desenhada nos últimos anos: o crescimento continua, mas de forma mais seletiva e segmentada.

















