Coco Chanel disse em tempos: "Veste-te mal e reparam no vestido. Veste-te bem e reparam na mulher". Esta frase famosa pode ser aplicada a muitas situações, uma delas é a experiência de consumo de um produto ou serviço.
O que os clientes esperam das marcas? Esperam experiências contextualmente relevantes, que devem manifestar-se ao longo de toda a jornada com as suas marcas preferidas, independentemente do modelo de negócio.
O projeto piloto sobre a semana de quatro dias envolveu 41 empresas e abrangeu mais de 1.000 trabalhadores. As conclusões do relatório avaliam a experiência de forma positiva.
Já é possível visitar a Quinta do Seixo, no Douro, sem lá ir. Esta é a mais recente experiência que as Caves Sandeman propõem aos seus visitantes.
A start-up Hotelverse criou um gémeo digital do Hotel Pestana CR7 Gran Vía, em Madrid, para melhorar a experiência de reserva dos clientes que agora podem escolher, a partir de casa, o quarto onde querem ficar.
A parceria entre as duas entidades terá a duração de três anos e visa apoiar start-ups e scaleups no desenvolvimento e desempenho das operações de experiência do cliente.
Imagine-se uma ida a um banco. O passado recente já antecipava poder tratar-se de um momento penoso de espera. A expetativa era alta, mas a necessidade concreta e a resiliência a isso obrigavam.
Às vezes damo-nos conta demasiado tarde o quão é importante saber “dar e receber”. Foi o meu caso. Mas aprendi também, que não existe “demasiado tarde”.
Os clientes querem receber uma experiência personalizada do seu banco, não só em todas as suas interações, sejam elas feitas através de canais digitais ou offline, como também ao longo de todo o seu ciclo de vida, conclui estudo da Xpand IT.
Estudo da Talkdesk mostra que 41% dos inquiridos planeia investir em videochamada e 39% em agentes virtuais baseados em voz e inteligência artificial para desenvolver experiências mais interativas com os clientes.
Ninguém contesta que a carga fiscal no nosso país é excessiva, penaliza sobretudo os rendimentos do trabalho, abusa de impostos regressivos, como o IVA e, de uma forma geral, desincentiva os melhores a ficarem por cá e desanima o investidor que, até há pouco, era mesmo obrigado a pagar impostos “por conta” ou seja, antes mesmo deles serem – ou não – devidos.
Um estudo recente junto de consumidores que tomaram contacto virtual com a experimentação de um produto revela que 40% dos mesmos compraram o item online e 29% fizeram-no em loja. São registos demasiado importantes para serem ocultados no que diz respeito à importância do contacto virtual com a realidade aumentada na interação com clientes.
















