Em 2017 quando fui convidado para ser mentor em Moçambique num evento, o Seedstars Summit, direcionado às start-ups africanas ia muito curioso, apesar de já ter boas referências com o excelente trabalho do Fred (e do seu sócio Tiago com a UX ou do Biscate – esta última uma versão local da Zaask), mas fiquei verdadeiramente impressionado com empreendedores como o Titos (IZYSHOP), por exemplo.
Muitos empreendedores integram incubadoras com a esperança de que este seja o primeiro passo na sua história de sucesso. As incubadoras podem ajudar as start-ups a crescer, mas o empreendedor deve escolher a incubadora certa para o seu negócio.
Entrevista/ “O segredo é a alma do negócio”…?
“O segredo é a alma do negócio” é uma frase ainda hoje amplamente difundida entre várias pessoas, incluindo empreendedores. Traduz uma forma de pensamento e ação em que os empreendedores são “entendidos” como os grandes detentores das boas ideias e do conhecimento que vai revolucionar a comunidade (e mesmo o mundo) com uma solução tão inovadora, que até então não foi descoberta! E nesse sentido, é urgente guardar muito bem o “segredo” para que outros não cheguem primeiro!
A incubadora sueca de start-ups, Sting (Stockholm Innovation & Growth) em conjunto com o Karolinska Institute e o Umeå Biotech Incubator apresentaram um novo relatório que revela que não existe um só perfil para o empreendedor perfeito – existem vários.
Numa dessas viagens longas ao Médio Oriente que tenho vindo a fazer nos últimos anos, tive uma escala demorada em Frankfurt que me levou a passar pela livraria do aeroporto. Nas visitas a este tipo de lojas no aeroporto acabo sempre por escolher temas relacionados com Gestão, Medicina ou Psicologia. Raramente me deixo tentar por romances em inglês, prefiro ler este género de livros em português ou em espanhol. Deve ser um bias cultural.
No meu último artigo falei sobre as vantagens do empreendedor que mantêm o seu emprego enquanto o seu negócio dá os primeiros passos. No fundo, trata-se de uma estratégia de redução do risco, uma forma de ultrapassar aquela que é muitas vezes a razão porque tantas pessoas passam uma vida inteira a pensar em ter um negócio próprio sem nunca o concretizar, ou seja, o medo do fracasso do negócio e das suas consequências.
Que a universidade assume um papel determinante no desenvolvimento de pessoas e regiões mais empreendedoras é já sobejamente reconhecido. E são muitos os exemplos que o confirmam, como o estudo de caso emblemático de Silicon Valley, em que várias universidades se uniram para alavancar uma nova indústria (assente nas novas tecnologias[1]) e uma nova geração de empreendedores.
Nick Green, cofundador do Thrive Market, partilha algumas lições sobre o que aprendeu no seu percurso enquanto empreendedor, que começou quando ainda era estudante universitário.
O jovem empreendedor Alexandre Marques falou com o Link To Leaders sobre a reinvenção de um negócio que já tem mais de dois séculos de história.
Antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil, Luiz Marins esteve recentemente em Portugal para participar como orador na Convenção Anual da Era. O Link To Leaders falou com o especialista em gestão empresarial sobre o estado atual do ecossistema empreendedor brasileiro e a sua experiência em projetos no setor público e privado.
João Vasconcelos deixou a sua marca no empreendedorismo e inovação nacionais.
Presidente do Conselho Fiscal da Universidade Autónoma de Lisboa, Samuel Silva foi também um empreendedor ao longo de toda a sua vida profissional. São esses anos de experiência e conhecimento que partilha em mais uma rubrica Link To Acredita Portugal.

















