Início Posts tagged Diogo Alarcão (Página 2)

UM, DOIS, TRÊS… e já estamos em 2023

É tradição, no início de cada Ano Novo, listar desejos e propósitos… ir ao ginásio, fazer dieta, dedicar mais tempo à família, encontrar melhor equilíbrio entre vida pessoal e vida familiar, estar mais disponível para os outros, ser menos precipitado nos juízos e decisões, integrar um programa de voluntariado ou ter aquela conversa difícil que andamos a adiar há anos…

Controlo e autonomia – Um paradoxo?

Frequentemente ouvimos líderes dizer que precisam de controlar as suas equipas porque não confiam, porque precisam de incutir mais ritmo, porque precisam de garantir a qualidade do serviço e do produto ou, pura e simplesmente, porque “compete ao chefe controlar”. Felizmente, esta última razão é cada vez menos invocada!

Diz-me o que vestes, dir-te-ei quem és

Há uns dias, fui convidado por um amigo para almoçar. Tive que pôr uma gravata, coisa que já raramente faço. Não tenho nada contra gravatas, mas fui deixando de as usar. Ultimamente, só as vou buscar ao armário quando vou a um casamento.

A alegria é uma escolha

Falar de alegria, perante a guerra que se vive atualmente na Europa, pode parecer ofensivo. Afirmar que a alegria é uma escolha, poderá mesmo parecer um despropósito da minha parte. Onde está a alegria dos pais e mães dos soldados mortos em combate? Onde está a alegria dos refugiados ucranianos? Que escolha tiveram uns e outros?

Os excessos de igualdade

A começar o novo ano, olho para trás e surpreende-me ver o tempo que dedicámos em 2021 a falar de “Igualdade” num Mundo em que as desigualdades se acentuaram cada vez mais, nomeadamente entre ricos e pobres, democracias e autocracias, entre os que têm um emprego estável e os que lutam por um emprego, entre vacinados do hemisfério Norte e os não vacinados do hemisfério Sul ou entre o florescimento de economias digitais e o definhamento de setores ditos tradicionais.

VERÃO

No dia 31 de dezembro, muitos de nós não resistimos à tentação de dedicar, aos desejos que queremos ver cumpridos a nível profissional, uma ou duas passas engolidas sofregamente ao som das 12 badaladas. Um número mais reduzido, dedica tempo para fazer um balanço, decorridos seis meses do início do ano. São, todavia, poucos os que aproveitam a chegada do verão para planear os seis meses que restam até ao próximo inverno.

Fragilidade

Quando falamos em liderança e líderes, pensamos normalmente no que os distingue pelas virtudes e características que explicam o seu sucesso e a sua primazia em relação aos demais.

A alegria e a liberdade de passar o testemunho

Não são muitas as vezes ao longo da nossa carreira em que nos confrontamos com a liberdade de passar o testemunho; isto é, de pôr um ponto final a uma função que estamos a exercer simplesmente porque sentimos que chegou a hora. É no momento em que estou quando escrevo este texto.

Duas figuras de mulher que me marcam

Já muito se escreveu, e também eu já escrevi, sobre a liderança das organizações no feminino. Por isso, desta vez decidi escrever sobre duas figuras de Mulher que me marcam e com as quais procuro aprender diariamente.

Pare, Escute e Olhe

Quem não se lembra de ver este sinal normalmente acompanhado de luzes vermelhas intermitentes e o som repetido: Dring, Dring, Dring… O “Pare, Escute e Olhe”, presente nas passagens de nível (julgo com e sem guarda), serve essencialmente para nos alertar que o imprevisto e a imprudência podem causar a nossa morte e de outros.