O mercado de trabalho norte-americano está a assistir a um novo movimento. Depois do “quiet quitting”, agora está a nascer o “lazy girl job”.
Ser empreendedor envolve tomar riscos calculados, gerir recursos e adaptar-se a circunstâncias em mudança para construir e fazer crescer um negócio bem-sucedido. Parece fácil – não é!
O concurso internacional para a construção do Smart Ocean Open Labs, do polo de Peniche do Hub Azul, começou esta semana.
No último dia de julho, quando tantos de nós se preparavam para ir (ou já estavam!) de férias, eis que a Comissão Europeia aprovou a versão final dos tão esperados ESRS (European Sustainability Reporting Standards).
A plataforma de financiamento colaborativo portuguesa fechou a sua primeira campanha de investimento no México. Trata-se de um projeto especializado em eficiência energética com tecnologia verde.
O mundo empresarial tem enfrentado um desafio cada vez mais evidente, o chamado “gap geracional”. Millennials, Baby Boomers, Geração Y, Z, E, R, T, e todo o alfabeto que for necessário – a diferença de opiniões, perspetivas e abordagens das diferentes gerações dentro do ambiente de trabalho são cada vez mais visíveis.
Uma conversa entre Luís Valadares Tavares e João César das Neves é ponto de partida para falar sobre a evolução de Portugal nas últimas décadas.
Há uma área de descanso preparada para receber os condutores que viajam na A2, do Algarve para o Norte do país, e que precisem de fazer uma pequena sesta antes de continuarem viagem. Este projeto piloto designa-se Emma Power Nap Station.
Não é ao acaso que o MBA é um “carimbo” amplamente valorizado nos percursos profissionais. Não é só pelos conhecimentos (um verdadeiro “canivete suíço) ou pelo “canudo” em si, mas sim pela jornada que representa, pelas pessoas, pelos desafios que acarreta e pela mochila bem cheia que quem passa por isso leva no final.
Até ao momento, já foram produzidos coentros, alface e rúculas, mas o objetivo da Santa Farm Technology, que está sediada em Santarém, é alargar a produção a outros produtos hortícolas ou frutas.
E porque farão as férias bem para tomares decisões? Porque as férias são tempo de reflexão e de fixação de objetivos, porque são tempo para te informares, porque são tempo para planeares adequadamente o que podes vir a ter nos próximos tempos...
Aborda-se este tema de forma entusiasta em conversa, mas já quanto à prática estamos ainda muito longe. Falar dos erros é ainda tido como reflexo de fragilidade, debilidade e fator dissuasor. Numa palavra: risco. De perder a oportunidade. De parecermos menos competentes. Menos fortes. Irregulares. E, portanto, o que vamos vendo são perfis imaculados, polidos, redondos, falsamente perfeitos.

















