O primeiro semestre deste ano não foi isento de turbulências e tudo indica que a segunda parte do ano será também marcada pela incerteza.
Nas economias mais desenvolvidas, os fatores tradicionais de competitividade – preço, custos de produção, capital, matérias-primas, mão de obra intensiva, localização geográfica, acessos, etc. – perderam peso, ao mesmo tempo que passaram a ser determinantes para o sucesso das empresas e dos seus bens/serviços fatores como a marca, a tecnologia, a inovação, a criatividade ou a diferenciação.
PME nacionais estão cada vez mais otimistas em relação ao sucesso dos seus negócios e muitas esperam um forte crescimento para os próximos três anos, afirma a 2ª edição do Barómetro Heróis PME.
Um estudo da Accenture revela que as empresas com aplicações tecnológicas interoperáveis têm capacidade para crescer seis vezes mais em receitas do que as que têm baixa interoperabilidade.
As empresas portuguesas Plásticos Dão, Sweetcare.Com, Singularity, Revesperfil, Sa Formação, Mixprice e Imaginary Cloud figuram no prestigiado ranking FT 1000: Europe's Fastest Growing Companies deste ano.
A presença das empresas no digital é obrigatória desde há vários anos. Claro que o que isto significa, na prática, para cada empresa é bastante diferente. Cada organização define a sua estratégia digital, de acordo com um conjunto de pilares chave que depois são concretizados através de diferentes processos e tecnologia. Pausa… Ou será que não?
A Europa será vulnerável em todos os setores em termos de crescimento e competitividade, a menos que alcance outras grandes regiões em tecnologias-chave, de acordo com o último relatório da McKinsey. Portugal segue a tendência: entre 2014 e 2019, o crescimento das receitas das empresas portuguesas ficou 52% abaixo das empresas americanas, com um fraco investimento em I&D.
Capgemini Portugal estima que receitas cresçam 16% em 2022 e tem 600 vagas de trabalho por preencher
A empresa, que possui seis escritórios, quatro Labs e dois hubs em Portugal, tem atualmente 600 posições em aberto para suportar o crescimento do negócio no nosso país e responder às necessidades dos seus clientes no que concerne à transformação digital e à indústria inteligente.
O contexto económico mundial em que vivemos atualmente, inquieta líderes e gestores de todo o mundo. Os números algo assustadores da inflação, ausência de crescimento económico, entre outros, deixam alguma insegurança quanto ao futuro e ao crescimento das empresas.
A maior criação de valor e um caminho de crescimento sustentável nos próximos anos dependem em larga medida da capacidade de Portugal executar o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Não só o seu ritmo de execução é relevante, mas ainda mais importante são a tipologia e modelo de implementação desses investimentos, como alavancas de crescimento sustentável.
Lista criada pela Rows destaca Remote, SWORD Health, Anchorage Digital e CASAFARI como as empresas com ADN nacional com mais rápido crescimento nos últimos dois anos.
A pandemia de Covid-19 provocou um enorme impacto social e económico, atingindo tanto as economias desenvolvidas como aquelas com mais dificuldades estruturais. Em ambos os casos, os grupos mais vulneráveis e as pessoas com menos rendimentos foram os mais atingidos.

















