A start-up do grupo francês MoOngy vai contratar 30 colaboradores da área da tecnologia até ao final do ano, para trabalharem no interior de Portugal, nas zonas de Castelo Branco, Covilhã e Manteigas. Salário base ronda os 1000 euros.
A Remote, plataforma que permite às empresas agilizar o processo de contratar em qualquer lugar, acaba de fechar uma ronda de investimento, ficando avaliada em mais de mil milhões de dólares.
O ManpowerGroup Employment Outlook Survey relativo ao 3.º trimestre de 2021 indicia que os empregadores portugueses estão otimistas nas suas projeções de contratação.
Depois de um ano com mudanças sem precedentes, as respostas que os candidatos/potenciais colaboradores procuram também mudaram. E há quatro questões para as quais os líderes têm de estar preparados para responder.
O trabalho remoto veio para ficar e com ele veio a contratação à distância. É preciso ter em conta que nem todas as pessoas são adequadas a esta modalidade de trabalho, por isso é importante passar por um processo de contratação detalhado para garantir que a start-up recruta o talento certo.
52% dos empregadores afirmam que em algum momento já recorreram a trabalho temporário qualificado para suprir necessidades de contratação. As multinacionais e as grandes empresas são quem mais recorre a esta modalidade, diz estudo da Hays.
55% das empresas esperam retomar a sua faturação dentro de seis meses, conclui uma pesquisa realizada pela Hays na última semana de abril.
Instalou-se em Portugal no ano passado, mas agora avança para Londres onde anunciou a abertura de um escritório. Os talentos portugueses estão na mira da empresa.
A start-up portuguesa está a reforçar a sua atuação na América do Norte e contratou um diretor-geral e vice-presidente de vendas para aquele mercado.
No passado dia 1 de outubro tive a oportunidade, com outro colega de direção da CNEF – Confederação Nacional de Educação e Formação -, de receber das mãos de dirigentes da FENPROF, de entre as quais o seu secretário-geral, um abaixo assinado onde é exigido um contrato coletivo de trabalho que, nas suas palavras, valorize a profissão e dignifique a carreira docente.
Muitas start-ups europeias enfrentam problemas na contratação de profissionais para funções na área de software developers. E quando o conseguem, a retenção é o outro desafio. A solução para este problema pode estar nos estagiários com formação no local de trabalho.
A empresa quer promover talento jovem no arquipélago e está recrutar jovens licenciados no continente.

















