Saúde mental, tecnologia, flexibilidade no trabalho e bem-estar financeiro são algumas das tendências que vão marcar a área dos benefícios para os colaboradores em Portugal, segundo a Cobee.
O mundo das empresas tem hoje uma atenção especial a tudo o que se relaciona com as relações humanas e que valorizam o indivíduo acima de tudo. É efetivamente uma evolução enorme e vemos cada vez mais empresas preocupadas em dotar as suas equipas de competências pessoais. No entanto, assistimos a um desequilíbrio no que toca à exigência de determinadas competências dentro do mesmo grupo.
Horário flexível, trabalho à distância, seguros de saúde, benefícios sociais para a educação dos filhos, espaços de lazer dentro das empresas, entre outros benefícios, são exemplos de retribuições não financeiras que não aparecem na folha de vencimento, mas que ajudam a reter talento.
Através da Bee Genius, as pessoas podem contribuir com as ideias que desejariam ver implementadas na sua empresa, bem como votar nas sugestões propostas pelos seus colegas.
O grupo Siemens Portugal já atingiu a fasquia dos três mil colaboradores, mas quer continuar a atrair talento.
Pode até parecer simples, mas promover o bem-estar no ambiente de trabalho é um desafio. Não basta disponibilizar uma sala de descanso ou até mesmo um espaço de diversões. É preciso estar atento às verdadeiras necessidades dos colaboradores. Assegure que está a oferecer o que realmente precisam.
"A GoodHabitz Portugal foi das melhores filiais no seu primeiro ano de atividade", assegura Pedro Monteiro, representante da empresa em Portugal, em entrevista ao Link To Leaders. Este profissional lembra que a formação digital ganhou destaque e que as coisas já não voltarão ao que eram antes da pandemia. Em 2022, espera lançar mais 48 cursos e fechar o ano com 90 formações em português.
Para melhorar o bem-estar e a felicidade dos seus colaboradores não precisa de investir fortunas. Comece com algumas estratégias de baixo custo e faça a diferença na sua empresa. A bem da saúde mental das suas equipas.
A OMS classifica o burnout como um stress crónico no local de trabalho. Desde janeiro deste ano que passa a fazer parte da lista de doenças consagradas pela organização.
Escrever sobre saúde mental em ambiente corporativo ainda é visto como um tabu, envolto em estigmas. Existe ainda uma grande dificuldade por parte dos colaboradores em falarem de forma aberta e honesta. Por outro lado, as lideranças estão pouco despertas para o tema, fruto de lideranças assentes no “always on” e “multitasking”, com inúmeras horas de trabalho, a qualquer dia da semana, “tarefeiros-mor” sem qualquer propósito no seu trabalho, nem para si nem para a organização.
O Work Trend Index 2021 da Microsoft analisa as mudanças no mundo do trabalho ao longo deste ano e as tendências para 2022.
"As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais rápidas, nem as mais inteligentes; são aquelas que se adaptam melhor à mudança" - Charles Darwin.

















