Há uma pergunta incómoda a aparecer nas universidades, nas empresas, nas organizações e no Estado. Não é apenas saber se as novas gerações querem trabalhar. Essa é a formulação fácil. Talvez até injusta. E parece-me que cada vez mais óbvia, simplificando, na resposta.
Empresas e Start-Ups
"O desafio é transformar tecnologia numa prioridade de gestão, não apenas numa função técnica", defende Rui Neves, CEO da Nimber, empresa criada em 2023 e que já está a caminhar no sentido da internacionalização.
Existe uma ideia confortável de que acompanhar números equivale a controlar um negócio. Como se monitorizar custos fosse, por si só, um exercício de gestão. Mas raramente é assim.
O bem poderá prevalecer no uso da Inteligência Artificial. Ou não. Todas as grandes tecnologias da História melhoraram a vida humana e, simultaneamente, aumentaram a capacidade de lhe causar danos existenciais. A Inteligência Artificial não é uma exceção. A verdadeira questão não é o que a IA fará connosco. É o que nós faremos com ela.
Durante anos, o maior pesadelo dos departamentos de IT foi uma folha Excel escondida. Hoje pode ser um agente AI com acesso a informação crítica da empresa. E poucas organizações estão preparadas para lidar com isso.
Há algo de estranho nas salas de aula atuais. Trabalhos impecavelmente escritos, frases estruturalmente perfeitas, textos organizados, sem erros ortográficos, sem hesitações e, muitas vezes, sem alma.
A formação faz parte de praticamente qualquer processo de integração de um novo colaborador e é fundamental para que este atinja um nível de desempenho expectável, podendo até potenciar resultados excelentes num curto espaço de tempo.
Este artigo não é para te convencer a mudar de vida. Não é para te dizer que deves deixar o teu trabalho, terminar uma relação, abrir uma empresa, mudar de cidade ou reinventar-te aos 50. Há conteúdo suficiente a romantizar mudanças radicais.
"Criatividade que não serve um objetivo é um custo, não um investimento. Pode ganhar prémios e elogios e não mexer uma única agulha no negócio", afirma Ivo Gomes, CEO da MOB Agency.
A Inteligência Artificial Geral não chegará como uma ameaça, mas como uma mudança decisiva. As empresas que não se adaptarem ficarão para trás.
Um tema quente a nível das empresas são, e há muito tempo que tem sido, as elegantemente chamadas lateral hirings, ou em bom português, as contratações paralelas. Na prática, para quem nunca passou por este tipo de situações, estamos a falar de situações, grosso modo, em que são efetuadas contratações de funcionários por uma empresa a uma empresa concorrente (isto sem qualquer analogia futebolística ou cláusula de 'rescisão' envolvida).
Entrevista/ “A energia deixou de ser uma rubrica administrativa para passar a ser uma alavanca de competitividade”
“Muitas empresas continuam a tratar a energia como um custo passivo e renegociam de dois em dois anos, normalmente em pânico, quando o contrato expira”, afirma Pedro Miranda, cofundador da Youdera, que ajuda as organizações a reduzirem o custo e o risco energético sem investirem capital próprio.












