O mundo assiste a um dos maiores descompassos históricos da governação moderna: enquanto muitos Estados continuam concentrados em debates institucionais herdados do século passado, ancorados estritamente em limites territoriais físicos, o centro de gravidade do poder mundial migrou em definitivo para o código, os semicondutores e os sistemas autónomos.
Empresas e Start-Ups
Nota-se no mundo de hoje que, como resposta à indefinição política, económica e social que todos vivemos, existe um exercício cada vez maior de autoritarismo na governação dos países, nas relações internacionais e na gestão das empresas.
Quem?... poderá questionar, legitimamente, algum leitor mais distraído. Falamos de Robert Francis Prevost, eleito há pouco mais de um ano Papa, sob o nome de Leão XIV. O anúncio apanhou o mundo de surpresa, poucos imaginando que um pontífice nascido nos EUA pudesse liderar o mundo católico.
O ecossistema brasileiro de start-ups deixou para trás o tom de diagnóstico que marcou o primeiro semestre de 2026 e passou a registar movimentos concretos a partir de julho. Rondas de investimento, aquisições, iniciativas institucionais e até a construção de infraestrutura física mostram um mercado que saiu do papel e começou a operar com mais intensidade.
Entrevista/ “Enquanto o fundador decidir tudo, as outras pessoas podem executar, mas dificilmente conseguem liderar”
"Costumo comparar o WiRED Group a uma orquestra. Cada músico domina o seu instrumento, mas todos trabalham a partir de uma direção comum. No nosso caso, cada empresa tem as suas equipas, competências e proposta de valor, enquanto o grupo assegura uma visão estratégica, uma cultura e uma orientação partilhadas", afirma Michel Gonçalves.
Há poucas experiências tão gratificantes para um líder como identificar, na sua equipa, um talento que ainda ninguém descobriu.
Nos últimos meses assisti a uma aceleração que raramente se vê neste setor. O salto mais recente na inteligência artificial, sobretudo na área técnica, deixou-nos sem grande margem para dúvidas: os resultados já não são apenas úteis. Em muitas tarefas, são melhores do que os de um humano.
Steve Jobs percebeu, há anos, algo que muitos gestores ainda não perceberam e não querem perceber: contratar pessoas inteligentes para depois lhes dizer exatamente o que fazer é um desperdício monumental.
"A inteligência artificial não é apenas mais uma ferramenta — está a mudar a economia do nosso próprio setor. Quando a tecnologia analisa em horas o que uma equipa analisava em semanas, o modelo de faturação à hora deixa de fazer sentido: o valor desloca-se da execução para o julgamento", afirma Artur Barbosa, Partner na CUBO Consultores e CEO da Valor Simbólico, S.A.
Durante muitos anos, a sustentabilidade foi vista pelas empresas como uma obrigação. Era uma questão de cumprir a legislação, responder a auditorias ou incluir um capítulo no relatório anual.
A expressão popular “Quem semeia ventos, colhe tempestades” tem a sua origem no Antigo Testamento, Livro de Oseias (Os 8:7) em que o Profeta usa uma metáfora agrícola para alertar o povo de Israel sobre as consequências da idolatria e do não cumprimento dos mandamentos divinos.
Há quem veja uma reclamação como um problema, mas na Apollotec vemos como uma oportunidade. Quando um cliente reclama, ele está a dizer: “ainda acredito que podes fazer melhor.” Mesmo que não o diga com simpatia, mesmo que o faça com irritação… Por trás de uma crítica, há uma expectativa e, portanto, ainda há confiança. Ignorar é fácil. Ouvir é que exige coragem.












