Durante os últimos quarenta anos de atividade profissional passei por quatro grandes revoluções tecnológicas com impacto direto nos negócios.
Empresas e Start-Ups
Hoje, praticamente todas as organizações são, de alguma forma, organizações tecnológicas. Mesmo nos setores mais tradicionais, a forma como operam, tomam decisões e criam valor depende cada vez mais da tecnologia.
Se a ocupação indiana através da East India Company foi gradual e com todo o território subjugado e completamente explorado, deixando a sua população na mais abjecta pobreza, na China as coisas foram diferentes.
"O cliente já não distingue de forma rígida o online do offline, comprando onde lhe é mais conveniente. Temos assistido, também, a uma maior sensibilidade ao preço, a uma procura crescente por rapidez e a um aumento da confiança na compra de produtos seminovos e usados, especialmente quando existe uma empresa por detrás que garante qualidade e transparência", afirma Rúben Lamy, fundador e CEO da BIGhub.
Durante décadas, o protocolo foi associado à formalidade rígida, às regras silenciosas e a uma coreografia quase invisível de gestos, lugares e palavras. Era um território reservado, previsível e, muitas vezes, distante da realidade dinâmica das organizações e dos líderes.
Entrevista/ “Um ecossistema só ganha relevância quando liga diferentes tipos de players com objetivos complementares”
"Quando juntamos empresas que trabalham no mesmo setor, criamos contexto para discussão técnica, partilha de desafios comuns e aceleração da inovação em problemas específicos", afirma Miguel Ricardo, General Manager do SITIO.
Vivemos na era da informação, onde a vida é em écrans e a imagem oculta a verdade. Inevitavelmente surgiria uma conjuntura exclusivamente determinada pelos níveis de audiência.
"Ao longo dos anos, fomos capazes de nos reinventar constantemente: começámos na fotografia e evoluímos para os equipamentos de escritório, tornámo-nos especialistas em managed print services e demos um passo decisivo na área da robótica e da inteligência artificial", afirma Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho, no ano em que a empresa celebra 78 anos de atividade.
Em 2026, muitas empresas portuguesas não vão perder margem por venderem pouco, mas por comprarem tarde, às cegas e sem controlo.
São várias as discussões recentes sobre smart contracts, blockchain, tecnologia de registo distribuído (DLT), decentralized autonomous organizations (DAO), criptomoedas, tokens, non-fungible tokens (NFT) e outros termos conexos.
Nos bastidores da saúde digital, um novo elenco de protagonistas emergiu com força: as Big Techs. Empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Amazon deixaram claro que não querem ficar de fora do “El Dorado” da tecnologia em saúde.
A tensão no estreito de Ormuz traz novamente ao mundo uma verdade antiga: basta um estrangulamento na energia para toda a economia tremer.












