Há uns dias, uma pessoa da minha equipa disse-me, quase em tom de desabafo: "Tenho receio de não ser suficientemente criativo." Lembro-me de ter respondido quase sem pensar: "Não concordo nada." E dei-lhe vários exemplos de criatividade quer no contexto profissional, quer na maneira como se veste e apresenta, entre outros.
Empresas e Start-Ups
Durante décadas, a transformação digital foi apresentada como uma promessa e um objetivo a alcançar. Nos dias de hoje, já é uma realidade que está a mudar a forma como trabalhamos, comunicamos e viajamos.
"Durante muitos anos as empresas competiram por dimensão. Hoje competem por capacidade de adaptação. A vantagem competitiva deixou de ser apenas fazer melhor. É perceber mais cedo. Quem consegue ler o contexto antes dos outros toma melhores decisões, gere melhor o risco e transforma a incerteza em oportunidade", afirma Marlene Gaspar, diretora-geral da LLYC Portugal.
Basta assistir a um jogo, uma corrida ou um torneio de grande escala para notar uma mudança nas bancadas e nos ecrãs: ao lado dos habituais patrocinadores de equipamento desportivo e de bebidas, multiplicam-se os nomes de empresas de tecnologia. Poucos esperam ver ali este tipo de presença, mas essa escolha não é acidental. É estratégia e é uma das decisões de investimento mais mal compreendidas do setor.
Olá Anabela, consegui entrar no curso que queria! Muito obrigada pela ajuda. Foi desta forma que soube o momento em que os participantes da Shape Your Future começaram a receber os emails das universidades em que tinham sido colocados.
A acumulação de várias prestações mensais coloca muitas famílias numa situação financeira limite. Perante esta pressão, a consolidação de créditos surge como a resposta natural para equilibrar o orçamento.
Num mundo profissional cada vez mais exigente e competitivo, alcançar resultados é, sem dúvida, fundamental; no entanto, alcançar resultados a todo o custo, sempre buscando o curto prazo e de forma muitas vezes desconexa e imediatista, não garante nem estabilidade nem sustentabilidade a longo prazo dos projetos e das marcas.
Para a General Manager da Biocodex Portugal, inovação não significa só lançar novos produtos, mas "questionar o status quo e encontrar novas formas de acrescentar valor". Filipa Horta analisa o percurso dos últimos dois anos e revela as prioridades para o futuro próximo.
O grande equívoco da ficção científica foi ensinar-nos a esperar pelo apocalipse como um espetáculo: um robô prateado a marchar sobre escombros, um clarão nuclear da Skynet, uma máquina que um dia acorda e decide exterminar-nos.
"Quanto mais inteligência artificial existir nas organizações, mais inteligência humana será necessária na liderança", afirma Filipe Vaz, diretor-geral e fundador da Tema Central, organizadora do Leadership Summit Portugal que este ano vai debater o "After Tomorrow".
O primeiro rascunho, a pesquisa de dados, o resumo, a apresentação que é preciso começar, a folha de cálculo para trabalhar a seguir: aquilo que um estagiário demorava três dias a fazer, a máquina faz agora em três segundos. Sem se queixar, sem pedir orientação e sem se perguntar para que servirá aquilo na sua carreira... A proposta parece irrecusável para cortar um custo com uma solução óbvia. As empresas fizeram contas e chegaram todas ao mesmo resultado.
Paulo Sarmento, Head of Portugal da Cushman & Wakefield, assume que não consegue "desligar" completamente nas férias, mas, ainda assim, consegue descansar independentemente do destino. A sua prioridade máxima para as férias é passar tempo com a família e "recarregar baterias" para reta final do ano.












