Passo grande parte do meu tempo a falar sobre Inteligência Artificial — com clientes, com as minhas equipas, em palcos. E há uma pergunta que aparece quase sempre, dita de várias maneiras diferentes: por onde é que se começa? Qual é o caminho certo?
Empresas e Start-Ups
Durante muitos anos, olhámos para a produtividade como um resultado direto de processos, ferramentas ou metodologias de gestão - e com razão. Mas existe um fator que continua a ser frequentemente subestimado: o espaço onde as pessoas trabalham.
Porque regulação e política pública são instrumentos económicos, quer se admita ou não. Retomando a lógica desta série, depois de percorridas a centralidade das grandes empresas, a fragilidade do mercado de capitais e a arquitetura do poder económico, chega a hora de tratar o interlocutor mais mal compreendido do debate económico português, o Estado.
"O salário continua a ser importante, naturalmente. Mas os colaboradores olham cada vez mais para a experiência completa que uma empresa oferece. Querem benefícios que apoiem o seu dia a dia, as suas famílias, o seu bem-estar e o seu futuro", sublinha Mert Cetin, Cluster Director de Portugal, Tunísia e Marrocos da Pluxee, em entrevista ao Link to Leaders.
“Adapta-te ou morres.” Parece duro, não é? Mas é a mais pura verdade. Vivemos num mundo em que tudo muda, o mercado, a tecnologia, os consumidores, até a forma como nos comunicamos. O que era relevante ontem, hoje já soa ultrapassado e o que hoje é inovação, amanhã pode ser apenas rotina.
Sou Português. E Europeu. Há muito que me sinto bem com esta dupla identidade. Sei bem que não estou no confortável grupo da maioria - sim, os nacionalismos ainda prevalecem sobre o europeísmo. Acredito que será uma questão de tempo – i.e. as condições certas com os líderes certos. Mas assumo, já neste primeiro parágrafo, ao que venho.
Entre caminhadas junto ao mar, tempo em família, exercício físico e leituras sobre IA, André Ribeiro Pires, COO e membro do Executive Board do Clan, partilha como procura abrandar, ganhar perspetiva e preparar os desafios da segunda metade do ano.
Portugal tem, actualmente, mais de um milhão e meio de empresas activas. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, existiam em 2024 exactamente 1.593.415 empresas em actividade no país, das quais 246.589 nasceram nesse mesmo ano.
Há equipas que ganham jogos. Há equipas que ganham respeito. Cabo Verde não ganhou e, no entanto, apurou-se na fase de grupos. E conseguiu muito mais que respeito: saiu do mundial 2026 como o exemplo de liderança.
"Muitas pessoas chegam à e-loan porque precisam de uma nova solução de financiamento e pensam contratar mais um crédito pessoal. No entanto, quando já existem vários créditos ativos, acrescentar mais uma prestação pode aumentar a pressão no orçamento familiar", afirma Pedro Leite, CEO da e-loan.
A escassez de talento é uma realidade transversal a vários setores de atividade em Portugal. Para além da tecnologia, também a indústria, a energia, a construção e o setor automóvel sentem dificuldades crescentes na contratação de profissionais técnicos especializados.
Entre o Douro, o Algarve, as caminhadas junto ao mar e a paixão por viagens de mota, José António Reis partilha como desliga, recarrega energias e olha para os desafios que marcarão a segunda metade do ano.












