Quero começar com um aviso: este artigo não é sobre pais maus. É sobre pais bons. Os melhores, até. Os que estão presentes, os que se preocupam, os que perdem o sono a pensar no futuro dos filhos.
Empresas e Start-Ups
Vivemos num tempo em que a lógica de rede deixou de ser apenas uma metáfora descritiva para se afirmar como um verdadeiro modelo de organização e criação de valor. A crescente interdependência entre atores, setores e geografias trouxe para o centro do debate a importância da colaboração estruturada, sustentada e orientada para resultados.
"As duas economias são amplamente complementares: a Irlanda é forte em exportações de elevado valor acrescentado e serviços; Portugal com competências reconhecidas na indústria transformadora, agroalimentar e em programas de apoio ao crescimento de start-ups e captação de investimento, o que cria oportunidades naturais de colaboração", avalia Arnold Delville, General Manager da Ireland Portugal Business Network.
Numa altura em que o envelhecimento da população se apresenta como uma das tendências mais preocupantes das sociedades europeias (com particular expressão em Portugal), suscitando sérias apreensões em relação ao nosso futuro coletivo, o desenvolvimento tecnológico acelerado e, por vezes, desordenado, vai-se encarregando ele próprio de gerar fenómenos com um igual, ou maior, potencial de preocupação em relação a esse futuro, particularmente no tocante às evoluções dos mercados de trabalho.
Estamos numa época em que ainda se vai celebrando a Páscoa em vários países do mundo. Nesta data, para os cristãos, celebra-se a morte e ressurreição de Cristo e para os judeus a libertação do povo judeu do Egipto.
Durante muito tempo, o turismo foi pensado em função daquilo que os destinos tinham para oferecer aos visitantes. Hoje, assistimos a uma mudança de paradigma: os destinos que lideram são aqueles que sabem organizar e potenciar o que têm, dar-lhe escala e transformá-lo numa proposta atrativa para o mercado.
Quando se fala de crescimento, estratégia ou performance, a tendência é olhar para planos, objetivos e indicadores. No entanto, há um fator muito mais determinante e frequentemente subestimado que define a velocidade a que uma empresa avança: a sua cultura.
Num contexto em que a atração e retenção de talento dependem cada vez mais da coerência entre o que uma organização diz e o que realmente pratica, a cultura interna tornou-se um dos maiores ativos das empresas.
Nem todos os desalinhamentos nas empresas resultam de interesses divergentes. Há um fator mais subtil, e frequentemente ignorado, que pode comprometer decisões, atrasar investimentos e gerar frustração: a diferença no nível de sofisticação e velocidade de execução entre acionistas e equipas de gestão. Um tema discreto, mas crítico, na criação (ou destruição) de valor.
"O que falta não é acesso à tecnologia, que está disponível e acessível, mas sim alguém interno que seja dono do tema e tenha mandato para mudar processos. Sem esse perfil, a IA fica nos projetos-piloto", explica Mário Alves, CEO da LayerX, sobre a forma como as empresas portuguesas estão a relacionar-se com a IA.
O acordo de parceria entre a União Europeia e o Mercosul, assinado em Assunção a 17 de janeiro de 2026, após 26 anos de negociações, ambiciona criar a maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 700 milhões de consumidores. Surge num momento em que o recolhimento dos Estados Unidos sobre si próprios e a emergência da inteligência artificial estão a redesenhar, a velocidade vertiginosa, os modelos económicos, as cadeias de valor e as próprias profissões.
Ler sobre mediação imobiliária é para mim um hábito diário, sempre que possível quando viajo e trabalho faço questão de ler e falar com profissionais sobre a realidade da área nestes países, principalmente, com os mais evoluídos nesta área, o objetivo é simples, perceber números, factos e antecipar tendências.












