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Empresas e Start-Ups

Foto: Carlos Rodríguez-Lluesma, responsável de área de Comportamento Humano na AESE

Entrevista/ “Os líderes que mais importância terão nos próximos anos serão aqueles que ainda forem capazes de prestar atenção”

"As pessoas continuam a querer aquilo que sempre quiseram do trabalho: ser tratadas com respeito, fazer algo que tenha significado, aprender e sentir que pertencem a algum lugar", afirma Carlos Rodríguez-Lluesma, responsável de área de Comportamento Humano na AESE e professor no IESE Business School.
Foto: Rui Costa

A próxima revolução industrial já começou, e não é apenas tecnológica

Durante décadas, a palavra de ordem na indústria foi uma só: eficiência. Produzir mais, gastar menos, desperdiçar pouco. A automação, a integração de processos e a escala foram alavancas para o progresso industrial. Funcionou. No entanto, a próxima década não será apenas sobre fazer as coisas mais depressa, mas sim sobre fazer as coisas com inteligência.
Foto: Vasco Ribeiro, comentador e especialista em diplomacia

Do relvado ao legado: o futuro da marca CR7

Durante mais de duas décadas, Cristiano Ronaldo construiu muito mais do que uma carreira no futebol. Construiu uma marca. E talvez seja precisamente quando deixar de vestir a camisola da Seleção Nacional e pendurar definitivamente as chuteiras que perceberemos a verdadeira dimensão de CR7.
Foto: Teresa Themudo, diretora executiva do GRACE – Empresas Responsáveis

E se o futuro dependesse daquilo que hoje escolhemos sustentar?

Há momentos em que uma mudança de ciclo nos obriga a parar, olhar para o caminho percorrido e, sobretudo, a perguntar: o que é que queremos construir a partir daqui?
Foto: Ivo Gomes

Criar um negócio em 2026 é muito mais fácil (e muito mais)

Tive sorte. Quando eu quis abrir um negócio, no meu caso na área do marketing digital, ser empreendedor não era fixe. Tenho 31, não sou assim tão velho, acho eu, mas as coisas eram diferentes ou eu simplesmente não sabia melhor.
© Link To Leaders

A Marca é muito mais do que uma marca

Há empresas que investem milhões em tecnologia, instalações, pessoas, dados e distribuição, mas continuam a tratar a marca como se fosse apenas um logótipo, uma campanha ou uma escolha estética. É um erro caro.
Foto: Joana Grácio

Os eventos acontecem, o impacto constrói-se.

Setembro marca, para muitas empresas, o verdadeiro arranque da reta final do ano. É nesta fase que se concentram eventos, ativações de marca, convenções, encontros corporativos, lançamentos e iniciativas que procuram gerar notoriedade, fortalecer relações e criar oportunidades de negócio.
Foto: Tomás Loureiro

Mentoria: até Warren Buffett foi Po, Shifu e Oogway

Warren Buffett deixou há dias a presidência do conselho de administração da Berkshire Hathaway, aos 96 anos. Contam-se os números, mas a sua carreira é também a história de quem o acompanhou. Numa altura em que a inteligência artificial tem resposta para quase tudo, vale a pena lembrar que o valor de um mentor nunca esteve nas respostas, e que nunca deixamos de precisar de um, ou vários.
Foto: Claire Bacquart, cofundadora da Nedgis

Entrevista/ “Portugal reúne condições para se tornar, num curto espaço de tempo, no nosso 4.º maior mercado na Europa”

"O design português, em particular, inspira-se nas características únicas do país: os seus abundantes recursos naturais (cortiça, cerâmica, etc.) e o saber-fazer artesanal, de âmbito local ou nacional. Com base nestes dois elementos, algumas marcas portuguesas conseguiram destacar-se e acreditamos que devem ser incentivadas e valorizadas", afirma Claire Bacquart, cofundadora da Nedgis, plataforma francesa que acaba de chegar ao mercado português.
Foto: Clara Armand-Delille, ThirdEyeMedia

Como os grandes líderes aproveitam o stress e como as relações públicas o traduzem e potenciam

O capital de risco passou décadas a tentar quantificar aquilo que distingue um fundador de excelência. Analisamos métricas como a economia unitária, a eficiência na utilização de capital e o ajustamento entre produto e mercado (product-market fit). No entanto, longe dos holofotes, a verdadeira vantagem competitiva de um fundador resume-se muitas vezes a uma única variável psicológica: a forma como processa, interioriza e canaliza o stress.