Há mais de 10 anos que a OnStrategy avalia a reputação de centenas de marcas em Portugal. Isto é, o conjunto de perceções que temos e as expetativas que criamos sobre as mesmas em relação ao futuro. Em entrevista ao Link To Leaders, o partner e CEO da consultora portuguesa, Pedro Tavares, faz uma análise do mercado e fala sobre o valor da reputação.
Empresas e Start-Ups
Escrevi em tempos um outro texto sobre este mesmo tema. O facto de ter dado o mesmo título escusar-me-ia de escrever a primeira frase. Ainda assim, a bem da clareza, da transparência e dos links internos (dizem que favorece a descoberta dos textos novos), desta forma possibilito o acesso a um pouco mais de contexto a quem tome contacto com esta perspetiva pela primeira vez.
O mercado italiano está a a deixar sair os seus empreendedores na expetativa de que estes atinjam o patamar máximo e se transformem nos tão desejados unicórnios.
A partida de Alexandre Soares dos Santos merece um tributo à sua memória e a tudo aquilo que foi capaz de construir, desde que, em 1996, tomou conta dos destinos da Jerónimo Martins, que havia nascido no Chiado em 1792.
Conhecido durante muitos anos como o “celeiro” do país, a realidade com que se depara o “meu” Alentejo atualmente é, no mínimo, desoladora.
Durante muitos anos senti-me triste por achar que os mérito dos objetivos que tinha atingido não era meu. Os objetivos em que pus mais do meu esforço são os artigos académicos que tenho publicado nos últimos anos e o mérito desses artigos não é mesmo nada só meu.
A diretora da Michael Page Portugal conversou com o Link To Leaders sobre os desafios que enfrentam as empresas portuguesas em termos de estratégias de diversidade e inclusão, e deixou conselhos às start-ups que queiram recrutar de forma eficaz.
Redigi um artigo em 2016 onde afirmava que o futuro da autenticação digital iria chegar de forma muito rápida. Referia, então, que “num espaço de poucos anos não será necessário fazer login na generalidade dos sites ou lojas online. Todos terão acesso a tecnologia de alta qualidade e baixo custo de reconhecimento voz, face, iris, comportamental, etc. A sua cara e a sua voz passam a ser a sua carteira. Paga com a voz. Faz login com a face. Entra no espetáculo com a iris. Assina com a impressão digital. A polícia deixa de lhe pedir os documentos, tiram-lhe uma foto e pedem-lhe que soletre o número do cartão de cidadão.”
Atualmente, é necessário que as indústrias culturais e criativas se adaptem aos novos requisitos dos consumidores. No entanto, para isso acontecer, o tecido empresarial deve estar capacitado para responder à implementação das intituladas tecnologias emergentes, seja pelo lado da velocidade estonteante da inovação, seja pelo lado da captação, atração e retenção de talento.
Vivemos numa era em que o capitalismo parece estar fora de moda. As empresas estão numa crise reputacional única e muitas são as vozes que se atrevem a anunciar que o capitalismo está morto.
O meu último artigo gerou diversos tipos de ondas. As já clássicas ondas de simpatia, muitas das quais dos amigos que gostam de nós como somos, escrevamos nós as maiores baboseiras, e as dos críticos.
Apresentada oficialmente na semana passada, a Sherlock é uma plataforma imobiliária que quer revolucionar a maneira como se compra e vendem casas em Portugal. Um dos seus fundadores, Phil llic, explicou ao Link To Leaders o modelo de negócio e as ambições deste projeto proptech no mercado nacional.












