Os tempos que atravessamos são muito desafiadores para quem é responsável por organizar eventos na sua empresa. Muitas empresas estão a reorganizar-se e querem preparar eventos nos próximos tempos. Que protocolo devem seguir? Terão os eventos virtuais protocolo? Devemos seguir as mesmas regras dos eventos presenciais?
Empresas e Start-Ups
Detentora de três marcas, como For Ever, Wock e Lemon Jelly, a Procalçado é um dos rostos da renovação da indústria portuguesa de calçado. Foi criada em 1973, pela mão de José Ferreira Pinto. Hoje, no Spe Futuri, Empresários ficamos a conhecer mais deste grupo de Gaia que tem vindo a diversificar o seu negócio e que vai muito além da produção de componentes para calçado e calçado moldado. E de como se adaptou à pandemia com a ajuda da digitalização.
Mais de 3 milhões de publicações sobre a liderança e não existe ainda uma teoria geral do fenómeno.
A formação profissional deve estar entre as prioridades da agenda político-económica portuguesa. É que, para além da necessidade de aumentar a produtividade e acelerar a transformação digital das empresas, importa reconverter, com urgência, profissionais de vários setores, em particular do turismo, que caíram no desemprego devido à pandemia de covid-19.
Ajudar as empresas a resolver os seus desafios tecnológicos, com soluções de gestão empresarial e de desenvolvimento de software e de hardware. É um dos objetivos da Hydra IT, empresa portuguesa parceira da Microsoft, que possui um portfólio de soluções adequadas a pequenas, médias e grandes empresas de todos os setores de atividade. No Spe Futuri, Empresários de hoje José Capa Pereira, administrador Hydra It, conta-nos como foram impactados pela pandemia e dos seus projetos de sucesso.
A preparação do retalho para o “novo normal” é um dos temas centrais dos próximos desafios da gestão.
Com 21 anos de atividade, a Lusoverniz dedica-se à produção, desenvolvimento e comercialização de vernizes e tintas. Hoje, o Spe Futuri, Empresários dá voz a José Ferraz, presidente do grupo, que responde a questões como: Qual o impacto da pandemia na Lusoverniz enquanto organização interna e na sua relação com os clientes? e Como vê a capacidade da empresa de sobreviver e o futuro?
Ninguém vende porque faz publicidade. Estou a desafiar as leis do Marketing, da Economia e do próprio bom senso? Nem por isso. Numa empresa de Tecnologias de Informação (TI) consegue vender porque o seu produto (ou serviço) apresenta uma solução eficiente para um problema real – por exemplo, um software de gestão de projetos que responde às necessidades de uma equipa em crescimento ou um servidor mais potente para um website de e-commerce com demasiado downtime.
Vivemos tempos estranhos e sem dúvida que a transformação digital das organizações sofreu uma aceleração nunca esperada.
A preocupação permanente com os colaboradores e a perceção das necessidades dos clientes têm sido uma constante para a UEM – Unidade de Estruturas Metálicas (uma empresa do grupo Normetal) durante a pandemia de Covid-19. João Vieira, diretor-geral da UEM, fala da empresa no SPE Futuri, Empresários de hoje e de como tiveram de enfrentar o adiamento dos eventos que faziam como o Rock In Rio ou o NOS Alive.
Este mês lançámos o desafio ao Algarve Tech Hub de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Innuos, que concebeu um servidor de música que digitaliza CDs e que permite gerir e ouvir a biblioteca de uma forma simples e sem perder qualidade. A start-up foi considerada pela Forbes como uma das 100 Fundadoras a seguir na Europa.
O mundo em que vivemos é cada vez mais VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo) e funciona a uma velocidade cada vez maior. Nem a atual pandemia foi capaz de o abrandar. Ou se assim o entendermos, abrandou algumas indústrias, e aumentou a necessidade de adaptação de todos os agentes económicos. A urgência desta adaptação é tanto maior, quanto menor é o grau de preparação prévia.












