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Empresas e Start-Ups

Porque falham os business plans?

Hoje não tenho dúvidas. Mais importante do que investir muito tempo a fazer um excelente plano de negócios é investir muito tempo em desenvolver uma equipa que trabalha num ambiente e cultura saudáveis.

Entrevista/ “Estamos desde 2020 a produzir os nossos próprios lotes de medicamentos biológicos”

A TechnoPhage pretende eliminar as três bactérias que estão na origem do "pé diabético" através de um cocktail de vírus. Neste momento estão já a ser efetuados testes clínicos em Israel e “é expectável que dentro das próximas quatro a oito semanas tenhamos os primeiros resultados relativamente à segurança e tolerabilidade do produto”, revelou Miguel Garcia, CEO da empresa biofarmacêutica, ao Link To Leaders.

A Quarta Revolução

A crise económica provocada pela Covid-19 associada a uma expetativa dos mercados de que a taxa de inflação vai aumentar gerou alguma contenção nos investidores internacionais e acresceu à contração da economia que se verifica.

Prontos para o futuro?

No contexto atual, percebemos que não é mesmo possível prever o futuro, pois tudo à nossa volta mudou e está a transformar-se rapidamente. Como devem os mais jovens encarar estes tempos? Quais os próximos desafios e oportunidades? E os recém-licenciados depois de acabar a faculdade, que competências devem ter além de um curso?
Foto. Tiago Rodrigues

Vestir a camisola (ou camiseta)

“Sei, por experiência própria, como pode ser fácil ou difícil “vestir a camisola” de uma organização. Pessoalmente, não consigo conceber a ideia de fazer parte de uma qualquer organização sem “vestir (e suar) a sua camisola”. Quando essa vontade esmorece, então chegou o momento de a despir e de seguir um novo rumo. Afinal, “camisolas” há muitas e, com alguma sorte e persistência, alguma outra me há-de servir.”

Vai um abraço? Uma nova marca portuguesa mostra-lhe como.

Abraços em tempo de Covid-19? Pode parecer estranho ou improvável, mas a Hug, uma nova marca portuguesa dedicada ao fabrico e comercialização de produtos de higiene e bem-estar, garante que é possível manter a proximidade e em segurança. A prova está na campanha que criou para o seu lançamento e através da qual já enviou mais de 50 mil abraços virtuais.

Start-up do mês: CIS, mais do que um gabinete de contabilidade

Este mês lançámos o desafio ao CEmpA – Centro Empresarial dos Açores de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a CIS que, para além da prestação de serviços de contabilidade e de apoio à gestão, é especialista em contabilidade e consultadoria autárquica, atuando na Região Autónoma dos Açores.

Fim do emprego de baixa remuneração na Administração Pública

É pacífico, para quem estuda as macrotendências na Administração Pública, que o pós-Covid-19 pode impulsionar a adoção mais rápida da automação e da Inteligência Artificial no Estado, especialmente nas áreas de trabalho com maior proximidade física e rotina ou na saúde, na segurança, na justiça e nos registos.

Direitos Humanos na cadeia de fornecimento – a caminho de um novo paradigma?

À medida que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável se tornam cada vez mais uma linguagem comum e um “roadmap” universal para a sustentabilidade dos negócios em todo o mundo, também a responsabilidade das empresas pelo respeito dos Direitos Humanos começa a subir na agenda, nomeadamente dos legisladores, tudo indicando tratar-se de um tema que mais tarde ou mais cedo deixará de pertencer apenas ao “mundo da responsabilidade social”, para entrar no “mundo da compliance”.

Entrevista/ “Queremos dar o mote para os jovens terem uma visão mais clara do futuro”

"Um jovem motivado a vencer, se não tiver as ferramentas técnicas e emocionais necessárias, dificilmente chega ao pódio. Eu sei que é assim por experiência própria, eu fui um desses jovens", explica Sofia Tavares, que, juntamente com Adriana Coutinho, criou a Motto, um novo projeto de mentoring.

Desafiando o status quo: promovendo uma cultura de empreendedorismo dentro da organização

As organizações lideradas numa perspetiva de “comando e controlo” pertencem ao passado, mesmo que consigam ainda sobreviver nos nossos dias. E na realidade não há um padrão para estas organizações: algumas continuam a ser lideradas pelo empreendedor original (que gere a organização focada no valor que esta aporta em cada ano no aumento da sua “riqueza pessoal”, e não no longo prazo da organização), e outras são empresas “instituídas”, que há muito quebraram o cordão umbilical com o seu fundador, e que são muito focadas no controlo de risco e na otimização crescente de custos.