As empresas públicas e privadas enfrentam uma pressão crescente de investidores e consumidores para melhorar a diversidade de género na gestão de topo e há uma maior consciência da necessidade de abordar e integrar os critérios de sustentabilidade ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) sobre questões ambientais, sociais e de governance nas estratégias das empresas.
Empresas e Start-Ups
Um dos adquiridos do discurso público dos últimos anos é de que a automatização do trabalho, sobretudo do trabalho repetitivo e mecanizável, acabará por destruir emprego em números nunca até agora vistos, mesmo em momentos de revolução tecnológica anteriores, como o advento da eletricidade ou da própria internet.
Em Portugal, ultrapassámos recentemente o marco dos 12 meses com as alterações no contexto laboral e organizacional por força da pandemia. Ou seja, já há mais de um ano que a relação “habitual” entre trabalhadores e organizações foi afetada.
A pandemia trouxe vários entraves aos negócios, mas também encorajou outros tantos a modificarem as suas estratégias de gestão. É o caso do Jennings House Café que alterou o seu sistema de pedidos e de pagamentos dos clientes e o resultado foi surpreendentemente positivo.
Atração de investimento! – eis o anseio repetido até à exaustão, por qualquer responsável político, desde um primeiro-ministro ao presidente de uma pequena autarquia. Um desejo legítimo e de saudar, uma vez que é dos investimentos, especialmente dos de grande dimensão, que surgem os meios para criar empregos, reproduzir riqueza, gerar inovação e financiar os bens e serviços públicos que usufruímos.
Entrevista/ “As crises económicas de 2008 e 2017, as mudanças sociais e outros fatores atrasaram a maternidade”
Especializada no desenvolvimento de testes de fertilidade, a Beckman Coulter procura há décadas oferecer soluções de diagnóstico inovadoras na área da saúde reprodutiva, consciente de que a infertilidade pode inviabilizar a mudança geracional e levar a problemas socioeconómicos. Em entrevista ao Link To Leaders, o country manager da empresa em Portugal analisou a forma como esta questão social pode interferir na sustentação económica de um país.
António Costa, primeiro-ministro de Portugal, entra na sala onde eu estou sentada a conversar com um grupo de pessoas. Todas se calam e levantam. O primeiro-ministro (que é mais novo do que eu) avança. Estende-me a mão, que eu aperto e respondo à saudação. Quando lhe apetecer, deixará de me dar importância e passará a cumprimentar outras pessoas, que aguardam a sua vez de o poderem saudar.
Este mês lançámos o desafio à StartUp Portimão de eleger a start-up do mês. A escolhida foi a Link-a-Ring, coworking de cozinhas industriais equipadas e licenciadas. Para já, os seus serviços estão apenas disponíveis em Portimão, mas o objetivo é chegar a todo o país.
Numa altura em que a pandemia Covid-19 ameaça entrar numa nova vaga, fala-se ao mesmo tempo na recente aprovação europeia do nosso Plano de Recuperação e Resiliência. E estas duas palavras descrevem bem a vivência na nossa sociedade, no último ano e meio – resiliência e recuperação.
Não consigo perceber! Não consigo mesmo...Como é possível que alguns seres humanos achem normal não fazer aquilo que se comprometeram a fazer, sem que isso lhes cause nenhum problema?
A Adyen, a plataforma de pagamentos preferida de muitas das maiores empresas do mundo, foi recentemente considerada o unicórnio mais valioso da Europa. O Link To Leaders falou com Juan Jose Llorente, Country Manager de Portugal & Espanha da Adyen, sobre a estratégia da empresa no mercado português, a transformação do setor do retalho no último ano e o futuro dos pagamentos eletrónicos.
Por vezes esquecemos quanto para os nossos clientes é tão importante a ideia do que fazemos ser bastante clara. Se Nike é just do it, a Delta é portugalidade e a Nespresso sofisticação, a Zara moda rápida a preços acessíveis, a Volvo é segurança...E o que é a sua marca? Os seus clientes têm dela a mesma ideia que a sua equipa? É clara e imediatamente reconhecida? Mas...e se aplicarmos esta reflexão a “outra” marca. Ora vejamos.












