Início Empresas e Start-Ups (Página 152)

Empresas e Start-Ups

DIANA – A nova rede de aceleradoras de start-ups de defesa da NATO: Oportunidade para Portugal

A recente guerra na Ucrânia veio trazer para as primeiras páginas dos jornais a importância da tecnologia no setor da defesa, que, a par da cada vez maior importância da guerra cibernética e de informação, demonstra que a componente cinética continua a ser fundamental. E se ainda é cedo para tirarmos lições conclusivas do conflito, todos os governos ocidentais já tomaram nota da necessidade de voltarem a investir neste setor.

Entrevista/ “Os benefícios e riscos do mundo digital são os mesmos em todo o lado”

"Entramos recentemente no mercado português devido ao seu enorme potencial", explica o diretor regional para a Ibéria da Armis, empresa especializada em sistemas de cibersegurança. Em entrevista ao Link To Leaders, Vesku Turtia falou dos problemas que as empresas enfrentam para prevenir e combater os ciberataques.

Porque deve a empatia fazer parte das competências de todos os colaboradores

O mundo das empresas tem hoje uma atenção especial a tudo o que se relaciona com as relações humanas e que valorizam o indivíduo acima de tudo. É efetivamente uma evolução enorme e vemos cada vez mais empresas preocupadas em dotar as suas equipas de competências pessoais. No entanto, assistimos a um desequilíbrio no que toca à exigência de determinadas competências dentro do mesmo grupo.

Entrevista/ “Temos a sorte de trabalhar com clientes que têm uma visão futurística do mundo”

“A indústria aeroespacial é entusiasmante, desafiante e extremamente estimulante. Temos a sorte de trabalhar com clientes que têm uma visão futurística do mundo e que trabalham diariamente para melhorar a forma como vivemos”, afirmou Maria Peres, Head of Operations da Valispace, em entrevista ao Link To Leaders, revelando a intenção da empresa alemã, com escritório em Lisboa, de expandir-se para outras áreas de negócio.

Inbound marketing: não vá atrás. Atraia!

E se em vez de termos de correr atrás dos clientes, eles viessem ter connosco, de livre vontade, já parcialmente rendidos à oferta e ao valor que podemos acrescentar? Nada disto é excesso de ego, de confiança ou sequer cenário irreal de “mundo perfeito”. É só marketing de permissão ou inbound marketing, numa linguagem mais marketeer.

Flexibilidade é só para alguns?

Há poucos dias, numa reunião com vários líderes, alguns afirmavam que não tinham implementado medidas de flexibilidade. Pelo contrário, deram orientações para que todas as equipas voltassem à empresa diariamente, por uma questão de igualdade: se o chão de fábrica não pode ter flexibilidade, ninguém a deve ter.
Foto: Rui Grilo

Parrésia: dizer a verdade ao poder

Será a incompreensível guerra na Ucrânia um sinal de que se está a perder a virtude ética de confrontar o poder com a verdade? Como se instala num governo ou numa empresa uma cultura que elimina a coragem de falar? Será possível evitar essa armadilha? Ou estará o poder tão ciente da verdade que o que lhe interessa realmente é escondê-la?

Sustentabilidade: a nova normativa do retalho

Todo o setor do retalho representa hoje uma das atividades económicas mais importantes e relevantes, independentemente do seu formato físico ou online. Responsável por um elevado número de postos de trabalho, contribui significativamente e de forma crescente para o PIB, com maior incidência nos países mais desenvolvidos.
José Maria Rego, CEO da Raize

Entrevista/ “As pessoas devem ter o dinheiro a trabalhar para elas”

"É importante ganhar dinheiro com o trabalho, mas é importante que o dinheiro que se ganhou seja poupado e que depois passe a trabalhar para nós". A afirmação é de José Maria Rego, cofundador e CEO da Raize, uma plataforma de investimento e financiamento que se assume como uma ferramenta de dinamização da economia portuguesa.

A nova Diretiva sobre o dever de due diligence de Direitos Humanos, nas vésperas da guerra

No último dia de paz na Europa – 23 de fevereiro de 2022 – a Comissão Europeia divulgou a proposta da Diretiva que irá impor que um conjunto alargado de empresas que operam na União Europeia (independentemente do país onde tenham a sua sede) implementem procedimentos de diligência devida (due diligence) destinados a prevenir violações de Direitos Humanos não apenas nas suas próprias operações, como na sua cadeia de fornecimento.