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Diogo Alarcão

Diogo Alarcão

Diogo Alarcão tem feito a sua carreira essencialmente na área da Gestão e Consultoria. Atualmente é Vogal do Conselho de Administração da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Foi Chairman da Marsh & McLennan Companies Portugal e CEO da Mercer Portugal. Foi Diretor da Direção de Investimento Internacional do ICEP, de 1996 a 2003. Foi assessor do Presidente da Agência Portuguesa para o Investimento de 2003 a 2006. Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa, concluiu posteriormente um mestrado em Administração Comunitária no Colégio da Europa, Bélgica. Iniciou a sua atividade profissional na Comissão Europeia, tendo posteriormente exercido funções de Adido Comercial na Embaixada de Portugal junto do Reino da Bélgica.

A alegria é uma escolha

Falar de alegria, perante a guerra que se vive atualmente na Europa, pode parecer ofensivo. Afirmar que a alegria é uma escolha, poderá mesmo parecer um despropósito da minha parte. Onde está a alegria dos pais e mães dos soldados mortos em combate? Onde está a alegria dos refugiados ucranianos? Que escolha tiveram uns e outros?

Os excessos de igualdade

A começar o novo ano, olho para trás e surpreende-me ver o tempo que dedicámos em 2021 a falar de “Igualdade” num Mundo em que as desigualdades se acentuaram cada vez mais, nomeadamente entre ricos e pobres, democracias e autocracias, entre os que têm um emprego estável e os que lutam por um emprego, entre vacinados do hemisfério Norte e os não vacinados do hemisfério Sul ou entre o florescimento de economias digitais e o definhamento de setores ditos tradicionais.

Aprender com o luto… branco

Recentemente a minha Mãe partiu… digo “partiu” e não “morreu”, porque apenas deixou de estar fisicamente junto de nós. Sei que continua viva nas nossas vidas a acompanhar o marido com quem viveu 60 anos, os filhos, noras, netos e tantos amigos que deixou deste lado.

VERÃO

No dia 31 de dezembro, muitos de nós não resistimos à tentação de dedicar, aos desejos que queremos ver cumpridos a nível profissional, uma ou duas passas engolidas sofregamente ao som das 12 badaladas. Um número mais reduzido, dedica tempo para fazer um balanço, decorridos seis meses do início do ano. São, todavia, poucos os que aproveitam a chegada do verão para planear os seis meses que restam até ao próximo inverno.

Fragilidade

Quando falamos em liderança e líderes, pensamos normalmente no que os distingue pelas virtudes e características que explicam o seu sucesso e a sua primazia em relação aos demais.

A alegria e a liberdade de passar o testemunho

Não são muitas as vezes ao longo da nossa carreira em que nos confrontamos com a liberdade de passar o testemunho; isto é, de pôr um ponto final a uma função que estamos a exercer simplesmente porque sentimos que chegou a hora. É no momento em que estou quando escrevo este texto.

Duas figuras de mulher que me marcam

Já muito se escreveu, e também eu já escrevi, sobre a liderança das organizações no feminino. Por isso, desta vez decidi escrever sobre duas figuras de Mulher que me marcam e com as quais procuro aprender diariamente.

Pare, Escute e Olhe

Quem não se lembra de ver este sinal normalmente acompanhado de luzes vermelhas intermitentes e o som repetido: Dring, Dring, Dring… O “Pare, Escute e Olhe”, presente nas passagens de nível (julgo com e sem guarda), serve essencialmente para nos alertar que o imprevisto e a imprudência podem causar a nossa morte e de outros.

Upstairs, Downstairs

Alguns lembram-se certamente de uma série inglesa passada numa casa londrina em que se cruzavam, escada a baixo e escada acima, os proprietários (a família Bellamy, abastada e cheia de pergaminhos) e os empregados (mordomo, cozinheira, motorista, criadas de copa, de limpezas, de quartos…).

Ver o invísivel, ouvir o não dito e compreender o desconhecido

Ao ler a última comunicação da equipa Mercer (créditos para a Carolina Cruz, Paula Marques, Ana Catarina Pimentel, Rita Simões, Patrícia Rodrigues, Margarida Pereira e Vasco Sousa) do Brainiac – find your dots, li uma frase que me deixou a pensar: “The ones who can see the unseen, listen to the unsaid and understand the uncommon”. Escreviam a propósito daqueles que serão capazes de ver e criar o futuro.

Empatia e Economia

A primeira vez que ouvi falar da necessidade de conjugar “Empatia” com “Economia” foi pela voz da CEO Global da Mercer, Martine Ferland. Hoje, mais do que nunca, os líderes vão ser chamados a combinar “Empatia” com “Economia”.

A primeira (e única) vez que escrevo sobre a Covid (aqui)

Aproveitei o dia 1 de maio (apesar da COVID ainda foi Dia do Trabalhador em muitos países do Mundo) e escrevi no Google Trends a palavra que todos dizemos e teclamos no computador várias vezes ao dia nos tempos que correm: CORONAVÍRUS.