Como garantir que modelos de liderança sejam inclusivos e acessíveis a todos? O World Economic Forum dá algumas pistas através da experiência de jovens líderes internacionais.
Praticar a empatia digital, desenvolver a arte da presença mesmo que seja à distância e tomar decisões baseadas em dados são algumas das tendências para estar de baixo de olho, se quer ser um bom líder em 2024.
Esta quarta-feira assinala-se o Dia da Consciencialização do Stress. Para assinalar a data, a GoodHabitz alerta para as principais consequências do stress para o desempenho profissional.
As mudanças no mundo do trabalho não parecem abrandar e, com a entrada num novo ano, também surgem novas preocupações e fenómenos a ter em atenção. Listamos as principais tendências para que possa estar de olho.
Ajudar os empregadores da União Europeia a assegurar condições de trabalho dignas e empregos de qualidade é o foco da campanha que a EU-OSHA inicia hoje.
A pesquisa da KPMG a mais de 1.300 CEO em todo o mundo mostra que cerca de 90% consideram a hipótese de premiar os funcionários que optem por trabalhar presencialmente.
Os resultados do estudo “Ética e diversidade geracional no trabalho” da CPBS destacam os benefícios da força de trabalho multigeracional.
Tem-se tornado insaciável a procura pela gratificação imediata sendo que o mundo, e tu (e eu) mesmo, se vão afogando num abismo de superficialidade e vaidade.
Um estudo da Universidade do Quebec, no Canadá, relaciona o excesso de trabalho e a baixa remuneração com problemas cardíacos. Os efeitos podem ser semelhantes aos causados pela obesidade.
O colaborador pode trabalhar de forma remota ao mesmo tempo que viaja em qualquer lugar do mundo. É uma prática pontual com autorização da empresa. Este é o conceito do "Workation".
À medida que os funcionários são chamados para regressar ao escritório, muitos encontram uma nova forma de o fazer. Chama-se "coffee badging" e permite que se limitem a comparecer o tempo suficiente para que a sua presença seja registada.
O impacto da menopausa na vida profissional das mulheres foi um dos pontos abordados no estudo da Intimina. 43% das inquiridas já sentiu, ou sente, discriminação quando experiencia sintomas da menopausa.
















