Início Posts tagged Tomás Loureiro (Página 2)

Inovação como farol, co-pilot e challenger do negócio

Num mundo empresarial cada vez mais complexo e incerto, é cada vez mais importante que a inovação surja como um farol e um co-piloto que ajuda a antecipar obstáculos e tendências, que cria opcionalidade e complementaridade, que desafia o negócio, e que permite que este esteja focado no curto prazo e em entregar os resultados, sem nunca perder a visão de longo prazo.

Transição energética: Depressa e bem, tem que haver quem

O desafio da transição energética é de tal forma titânico, que fazer bem ou fazer rápido já não chega. É preciso fazer bem e fazer depressa, e num contexto muito adverso, o que requer cooperação e participação de todos. Necessidade? Sem dúvida. Mas acima de tudo também uma grande oportunidade.

Inteligência Emocional: o melhor piloto da Fórmula GPT

Nesta fase parece-me que já ninguém tem dúvidas do potencial da Inteligência Artificial. Diria até que olhamos para tudo isto, em tão pouco tempo, como um Fórmula 1 a acelerar ao lado de um trator. Tal como nem todos os pilotos têm “mãos” para um F1, qual o melhor piloto para o Fórmula GPT? A Inteligência Emocional.

Um país em TAP(a) buracos

O tema TAP tem sido de tal forma cabeça de cartaz nos últimos meses – com muitos e longos capítulos – que por vezes nos esquecemos dos sérios problemas macroeconómicos e de competitividade que enfrentamos. É pena que um país que tem tudo para navegar a grande velocidade – e que outrora já o fez, literalmente, por mares nunca dantes navegados – esteja hoje à deriva e a meter água por todo o lado. Ainda haverá boia de salvação?

Encarar 2023 tal e qual como atravessamos a estrada

A semana do Natal e ano novo é sempre uma época especial. É especial porque é habitualmente uma quadra familiar, mas também porque é uma época de balanços e resoluções para um ano que se avizinha. Este ano estive a pensar e desejo a todos que passem o ano – e vivam 2023 – tal e qual como nos ensinaram a atravessar a estrada – parar, olhar, escutar, avançar, recomeçar.

O desporto e o mundo em modo Qata(r)-Vento

Rola a bola no Mundial. E que bem que sabia dizer isto em outras ocasiões. Aquela emoção com tudo o que circundava a competição. Os cromos, as apostas, os programas, o desporto, os amigos, o hino, as vuvuzelas. Mas desta vez não sabe ao mesmo, porque aquele evento que fora outrora distração dos problemas para tantos, tornou-se agora ele próprio num problema, numa rajada fria cruzada que abala o nosso (já desorientado) cata-vento.

“Se todos quiséssemos o mundo era extraordinário!”

Foi assim que o Comendador Rui Nabeiro recebeu no passado dia 6 de Outubro o Prémio de Mérito e Excelência. Uma frase tão óbvia que nem devia ser necessário dizê-la, mas que todos deveríamos levar no bolso, para que o conjuntivo da mesma passe a ser presente e futuro.

O novo CEO – Chief Empowering Others

Há uma célebre frase no desporto que diz “Joga pelo nome que tens na frente da camisola e as pessoas vão gostar do nome que tens nas costas”. Na liderança das empresas isso é cada vez mais verdade, com o papel dos líderes (especialmente o do CEO) a ter que se transformar e evoluir, sendo também mais “capitão de equipa” e não só “treinador” ou “presidente”, até porque “o sucesso dos outros é o meu sucesso”.

Porque não damos mais voz aos jovens?

Ouve-se dizer que “o futuro é dos jovens”, mas ao mesmo tempo que eles “não se interessam” e que “ainda são muito novos, não entendem”. Queremos que eles sejam altamente qualificados ainda antes de acabarem os estudos, com experiências e estágios, mas não lhes perguntamos o que acham do mundo e do futuro.

A ousadia de transformar (n)as empresas

São já muitos os momentos na história – por disrupção tecnológica, por ameaça de novos entrantes mais ágeis e capazes, ou por instinto de sobrevivência – que as empresas foram e são obrigadas a transformar a sua atividade. Mas são também vários os momentos destes em que vemos as mesmas empresas a fracassar, a deixar passar a oportunidade de fazer diferente, a comunicar para fora que a empresa está em processo de transformação, mas a fazer tudo igual para dentro.