Em Portugal, ultrapassámos recentemente o marco dos 12 meses com as alterações no contexto laboral e organizacional por força da pandemia. Ou seja, já há mais de um ano que a relação “habitual” entre trabalhadores e organizações foi afetada.
Já imaginou poder pesquisar restaurantes, bares ou hotéis disponíveis para serem transformados em escritórios? É esta a proposta da start-up portuguesa Out Of Office.
Os portugueses conseguem poupar, em média, 161 euros se trabalharem a partir de casa e 70% garante que consegue fazê-lo remotamente, concluiu um estudo da plataforma de contração de serviços locais Fixando.
51% dos trabalhadores nacionais prefere continuar a trabalhar em regime misto, conclui o Barómetro Europeu do Observador Cetelem.
Depois de um ano e meio de massificação significativa do teletrabalho, é provável que a maioria de nós tenha já percebido que “estar em teletrabalho” é muito mais do que simplesmente continuar a realizar as mesmas tarefas diárias num sítio diferente.
Num mundo ideal, os países seriam mais coesos e menos assimétricos; as cidades seriam mais verdes e menos congestionadas; as pessoas teriam melhor qualidade de vida e um maior equilíbrio nas esferas profissional, familiar e pessoal.
Na primeira fase vão abrir até ao final de junho deste ano 53 espaços de coworking, sendo 16 na região Norte, 23 no Centro, três no Alentejo e 11 no Algarve.
Flex Office é a nova solução apresentada pelo Avila Spaces como alternativa à sede das empresas e à casa dos colaboradores, ou seja, o terceiro espaço, e que surge em resposta ao contexto de pandemia.
Através da Ageas O’Clock, nova campanha de comunicação interna lançada pelo Grupo Ageas Portugal, a seguradora pretende instituir regras e boas práticas para um maior equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional dos seus funcionários.
Atualmente, trabalhamos a partir de casa ou moramos no escritório? Esta é uma questão um pouco anedótica que se coloca nos dias de hoje como consequência da pandemia e das medidas de distanciamento social para a combater, nomeadamente o confinamento e a necessidade de, onde for possível, fazer-se o trabalho profissional a partir de casa.
O Governo apresentou aos parceiros sociais o Livro Verde sobre o futuro do trabalho. No documento constam propostas para os trabalhadores das plataformas digitais, para o teletrabalho e para o lay-off. Conheça as 21 linhas apresentadas.
63% dos profissionais consideram que as empresas usam a pandemia como desculpa para fazer reduções, conclui um estudo norte-americano. A ansiedade, a incerteza e a falta de confiança são as características que mais prevalecem entre os trabalhadores.
















