Sete em cada dez retalhistas estão conscientes da importância de implementar experiências digitais, conclui o estudo da Adyen.
Personalização, sustentabilidade e experiência nas lojas físicas e online são algumas das tendências apontadas para a indústria do retalho num novo relatório da Xpand It.
Empresas e particulares podem candidatar-se até 15 de novembro à iniciativa da APCC que pretende ajudar a transformar ideias inovadoras na área do comércio a retalho em realidade.
A tecnologia pode reduzir a pegada ecológica do retalho e abrir portas a um futuro mais “verde”, defende a consultora tecnológica CI&T que aponta três soluções para tornar o setor mais sustentável.
O comércio eletrónico acelerou fortemente em Portugal com a pandemia. Há dados que apontam para um crescimento de 80% neste último ano e meio, valor que traduz um aumento exponencial quer do número de compradores online, quer do volume e frequência das compras digitais.
A maioria dos consumidores espera que os seus hábitos de compra voltem aos níveis anteriores à pandemia até o final deste ano, segundo um estudo da Mood Media, que concluiu que os clientes estão a começar a regressar às lojas físicas à medida que as medidas de segurança aumentam em todo o mundo.
Ao longo dos últimos anos tenho escrito, de forma mais ou menos frequente, sobre a lógica estratégica e de marketing que tem norteado a economia chinesa na sua dimensão internacional. Falava em 2016 sobre aquilo que sentia ser a ascensão mundial da Huawei e em 2019 referia a aposta no e-commerce, na banca e em múltiplos setores de atividade, destacando o Alibaba, Tencent ou Ant Group.
A Adyen, a plataforma de pagamentos preferida de muitas das maiores empresas do mundo, foi recentemente considerada o unicórnio mais valioso da Europa. O Link To Leaders falou com Juan Jose Llorente, Country Manager de Portugal & Espanha da Adyen, sobre a estratégia da empresa no mercado português, a transformação do setor do retalho no último ano e o futuro dos pagamentos eletrónicos.
Depois de ter começado a conquistar os consumidores portugueses, a marca de snacks saudáveis Urban Foods, lançada em 2019, prepara-se para entrar ainda este ano noutros mercados europeus, revela Maria Villas-Boas em entrevista ao Link To Leaders.
Jerónimo Martins mantém 50.º lugar e Sonae perde três lugares para 158.º no ranking dos 250 maiores retalhistas em todo o mundo divulgado pela Deloitte. A norte-americana Walmart ocupa o primeiro lugar.
O ano de 2020 foi determinante para alguns setores, nomeadamente, para aqueles cujas atividades estão relacionadas com os bens essenciais. No caso do setor do retalho alimentar, a pandemia levou aos desafios do aumento da procura, assim como da imprescindível disponibilidade de produtos e uma complexa gestão da logística sobre como manter a produtividade operacional das equipas.
A Amazon Technologies anunciou a aquisição da start-up indiana Perpule, que está a ajudar as lojas físicas a transitarem para o mundo online e para os serviços de ecommerce.
















