A sala no metaverso da Conquest One permite entrevistas, recrutar e gerir equipas de trabalho. A empresa brasileira de recrutamento tecnológico já utiliza internamente o espaço, mas disponibiliza-o agora aos clientes.
"Acredito sinceramente que Portugal pode ser o Silicon Valley da Europa. Mas ainda há muito trabalho a ser feito para chegar lá!". A afirmação é de Karoli Hindriks, cofundadora e CEO da Jobbatical, profissional que aos 16 anos foi considerada a mais jovem empreendedora da Estónia. Agora lidera a plataforma internacional que ajuda as empresas e os profissionais nos processos burocráticos associados à transferência de talentos entre países.
Coimbra, Aveiro e Porto são as cidades alvo da iniciativa de recrutamento da Natixis que procura estudantes e recém-formados.
A tecnológica ITSector está a preparar quatro open days já este mês. Atrair novos profissionais é o objetivo.
Entrevista/ “O recrutamento tem cada vez mais peso, devendo ser certeiro e eficaz na “união” colaborador/empresa”
"Em Portugal existe muito talento, mas ainda assim faltam-nos especialistas em TI", afirma Amílcar Augusto, CEO e fundador da Think Attitude. Dez anos depois de iniciado atividade, a empresa mantém a mesma abordagem - a especialização no recrutamento e na gestão de profissionais na área das Tecnologias de Informação -, mas reconhece que o grande desafio do momento é conseguir reter talento.
O que lhes falta em experiência, compensam com entusiasmo e vontade de crescer profissionalmente. Saiba como garantir que o processo de recrutamento e integração dos jovens no modelo trabalho remoto é um sucesso.
Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.
Se é verdade que a ideia de “ter um emprego à vida” vai entrando cada vez mais em desuso nas dinâmicas do mercado de trabalho, também é verdade que, em certos discursos e práticas de recrutamento que por aí vamos tendo, se vai insinuando uma certa visão um pouco extremista e redutora da posição contrária: ou seja, a de que em vez de “ter um emprego à vida”, o que é bom é “ter muitos empregos numa vida”.
Coincidindo com a 1.ª fase do processo de concurso nacional de acesso ao ensino superior, que agora se inicia, volto à temática das Forças Armadas (FAs) para falar do seu respetivo modelo de recrutamento.
Mesmo em período de verão, o recrutamento não abranda na Xpand IT. A empresa está a recrutar profissionais para diferentes áreas e para o formato híbrido ou remote.
A Tech Jobs Fair regressa em setembro com formato presencial. A iniciativa realiza-se no dia 29 de setembro, na Reitoria da Universidade de Lisboa.
Um amigo meu trata-me, desde que nos conhecemos, por “mais velho”. Eu trato-o por “mais novo”. Temos uma diferença de idades que é superior a 20 anos. Nunca nos demos mal por isso. Sempre nos entendemos e inclusive já trabalhámos, há uns anos, juntos. E correu tudo bem no projeto que fizemos. Aliás, era um projeto em África em que o “mais novo” era o responsável pelo “mais velho” e me veio convidar para participar em tal aventura. Cultura africana de valorização de Soba, digo eu. E o “mais novo” não é original de áfrica, apenas africanista.
















