Microsoft Healthcare Academy capacitou 8 mil profissionais de saúde em IA em Portugal

Através da Microsoft Healthcare Academy, a Microsoft Portugal já capacitou milhares de profissionais da saúde em Inteligência Artificial, através de formações diretas e de conteúdos disponíveis a pedido nas plataformas da Disoscope.

Concebida para dotar os profissionais da área da saúde com o conhecimento prático e a experiência necessária para aplicar a Inteligência Artificial (IA) de forma segura e eficaz em ambientes clínicos reais, a Microsoft Healthcare Academy anunciou esta semana já ter formado cerca de 8 mil profissionais, via webinars e presencialmente. Muitas formações em colaboração com parceiros como a Disoscope, sendo que as de maior adesão e impacto são as de Microsoft 365 Copilot.

Joana Cortegano, responsável de Customer Success na Microsoft Portugal, sublinhou que “sabemos que os enfermeiros e os médicos perdem grande parte do seu tempo em tarefas administrativas, e é precisamente aí que já observamos otimizações significativas, com casos de uso em prática”.

Esta constatação, ou seja, o facto de grande parte do tempo de trabalho dos médicos de família, por exemplo, ser ocupado por tarefas fora do contacto direto com o doente, como gestão, reuniões e renovação de prescrições (segundo um estudo observacional da BMOpen) levou a tecnológica a pensar em formas de libertar o tempo clínico e reduzir a carga administrativa dos profissionais de saúde. Foi neste enquadramento que surgiu a Microsoft Healthcare Academy que, além da componente de formação, também inclui momentos de aplicação prática e cocriação, como hackathons, que reúnem equipas multidisciplinares para explorar e desenvolver soluções de inteligência artificial aplicadas a desafios do trabalho clínico e administrativo.

Todas as soluções trabalhadas no âmbito da Healthcare Academy respeitam os princípios de IA responsável da Microsoft, colocando a segurança, a privacidade, a transparência e a supervisão humana no centro do desenho e da implementação tecnológica. Do lado de quem está na linha da frente, o impacto já é tangível: menos tempo em tarefas burocráticas, mais tempo com e para as pessoas. “Os agentes de IA podem libertar-nos para termos mais tempo para determinadas tarefas, estarmos efetivamente presentes, analisar dados com maior profundidade e inovar noutros contextos”, comentou Edgar Pires, enfermeiro chefe da Urgência Geral do Hospital Amadora Sintra e participante na iniciativa.

Ao colocar a Inteligência Artificial ao serviço de quem está na linha da frente, a Microsoft Portugal reforça o seu compromisso com uma transformação digital responsável na saúde.

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