São muitas as preocupações que as sociedades mais desenvolvidas vêm tendo em relação às consequências que o desenvolvimento tecnológico poderá vir a acarretar nos modos de organização das empresas e na gestão das pessoas.
A promoção do crescimento económico inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo, e o trabalho digno para todos são propósitos inscritos nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Cuidar do bem-estar das nossas pessoas nunca foi um tema tão crítico. As organizações devem investir mais tempo e esforço para assegurar que as suas pessoas estão comprometidas e felizes.
Um relatório do Fórum Económico Mundial revela que 44% das pessoas com menos de 40 anos gostaria de se reformar antes dos 60. Contudo, esta intenção parece não ir ao encontro da realidade.
Durante a pandemia da Covid-19 foram surgindo, como é natural em tempos de grande crise, diversas opiniões, vaticínios e prognósticos acerca do que iria acontecer no “depois”, que se prenunciava como algo de inquietante.
Não sou especialista, nem sequer mediano, no que concerne ao assunto “sustentabilidade”. Entendo na “ótica do utilizador”.
O empreendedorismo é uma palavra que tem ganho popularidade nos últimos anos. Todos queremos ser empreendedores, criar o nosso próprio negócio e ter liberdade de agir e de estar.
Pode a biologia fazer-nos pensar na pertinência, relevância e absoluta importância de pessoas-chave nas nossas equipas? Claro que pode. Partimos de um caso da ciência como metáfora para refletirmos no valor que certos colaboradores têm – sobremaneira – nas nossas empresas. Por mérito próprio.
As teorias económicas ainda dominantes, sustentadas no paradigma do Homo Economicus, partem do pressuposto de que as pessoas tomam decisões racionais com base numa clara noção dos seus próprios interesses.
O Congresso RH irá ter lugar a 20 de abril, na Coimbra Business School | ISCAC, e destina-se aos profissionais da área da gestão e a todos aqueles que lideram projetos e equipas de trabalho.
"É interessante entendermos aquilo em que podemos afirmar que "somos" face ao que apenas podemos dizer que "estamos" ou que "temos". Onde "estamos" ou o que "temos" é, por definição, efémero. Mas aquilo que "somos" é nosso, por natureza, e ninguém nos pode retirar".
Pensado para pessoas com dificuldade de mobilidade, o HAPTA é um aplicador inteligente de maquilhagem desenvolvido pela L´Óreal e que exemplifica o conceito de Beauty Tech.















