Mais do que falar de homem e mulher, acho cada vez mais relevante falar do conceito de feminino e masculino e compreendermos a dimensão epistemológica e o carácter holístico que o feminino tem desde o início das civilizações.
E a grande maioria das mulheres portuguesas sente-se exausta grande parte do tempo. Os dados são de uma investigação recente da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
A ideia é passada por um estudo do LinkedIn que apesar de mostrar que continua a haver discriminação dos empregadores, revela também o fortalecimento da posição feminina no mercado de trabalho.
“O mundo nunca vai realizar 100% dos seus objetivos se 50% das pessoas não estiver no seu potencial máximo. Quando libertarmos todo o poder das mulheres podemos assegurar o futuro de todos” – Ban Ki Moon.
A plataforma de mobilidade Bolt, que até ontem se chamava Taxify, defende que a profissão de motorista não é exclusiva dos homens.
O mundo está no bom caminho para a igualdade de género. A questão que se coloca é a que velocidade? Apenas seis países dão direitos iguais a mulheres e homens, segundo o relatório "Women, Business and the Law 2019" do Banco Mundial.
Em janeiro de 2018 escrevi aqui “O empoderamento através da moda” a propósito do trabalho excecional que a Miuccia Prada fazia de empoderar as mulheres, neste caso concreto artistas femininas mais jovens, através das suas coleções de moda.
Numa altura em que a igualdade de género no universo tecnológico está na ordem do dia, cinco fundadoras europeias partilham a sua experiência como líderes e criadoras de start-ups.
O que pode juntar numa mesma causa a empreendedora e investidora Phyllis Newhouse e a atriz norte-americana Viola Davis? A vontade de criar um movimento internacional de mulheres: o ShoulderUp.
Uma equipa de investigadores descobriu uma nova forma de contornar as potenciais penalizações que as mães sofrem na carreira devido à licença de maternidade.
Um novo estudo levado a cabo por professores de três universidades diferentes do Reino Unido descobriu algumas razões para não haver mais investidoras a contribuir ativamente no universo das start-ups.
Através do programa de empoderamento feminino Ella Aprende, Ella Emprende, o Facebook ajudou 2.600 mulheres mexicanas a expandir os seus negócios. Em 2019, a rede social pretende ajudar mais 2000 empreendedoras, no México.

















