Acredito que tentar ser uma pessoa melhor, pretender ter o sentido de justiça, equidade e solidariedade sempre presente no processo de tomada de, agir com preocupação de consensualizar soluções, defendendo os interesses da instituição para a qual trabalhamos, faz toda a diferença no nosso dia-a-dia.
Em épocas turbulentas poucas coisas podem ter maior importância do que potenciar o funcionamento de uma organização, pois é nessa ação que pode estar uma das soluções para o desenvolvimento sustentado.
Tenho aprendido muito com o regime Trump. O regime Trump é um extremo. De quê, não sei, mas é um extremo. E os extremos são maus sítios para estar, mas bons sítios para aprender.
Portugal é um país onde a realidade das empresas familiares tem uma grande expressão. É o caso da Corticeira Amorim, da Jerónimo Martins, da Sonae e da Viagens Abreu, entre outros, com génese familiar.
A razão mais próxima para escrever este artigo está numa conversa com um cliente numa sessão de coaching, na qual o coachee me confidenciava o seu temor reverencial, isto é, alguma falta de à-vontade no diálogo com o superior hierárquico, inibidora de uma conversa mais profunda e produtiva.
Desde as minhas aulas de Filosofia no 10º ano que a figura do filósofo Grego Diógenes faz parte da minha admiração, imaginário e referência.
Selim Bassoul, libanês disléxico e com défice de atenção, consegue gerir uma equipa de 7500 colaboradores sem recurso a emails, relatórios ou reuniões, e manter a empresa na linha da frente, com uma avaliação de mercado de 7,8 mil milhões de dólares (cerca de 7 mil milhões de euros).
A 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa hoje e decorre até 18 de junho. Deixamos-lhe 10 sugestões para si e a pensar nas suas crianças.
Fátima Barros, presidente da ANACOM, recebe Prémio Carreira 2017 atribuído pela Católica-Lisbon como distinção pela sua carreira profissional.
Entrevista/ “Toda a gente tem um bom plano, até…”
Segundo Mike Tyson, “toda a gente tem um bom plano, até levar um murro na cara”, afirmação forte vinda de alguém que, durante parte da sua vida, foi conhecido por acabar com “planos” de outros.
A recente visita do Papa Francisco a Portugal por ocasião da comemoração dos cem anos das aparições de Fátima, acredite-se ou não no fenómeno, suscita uma questão importante no âmbito de um Estado constitucionalmente definido como laico: a importância da fé para o sucesso do nosso país.

















