Durante dois dias o Centro de Congresso do Estoril volta a abrir as portas à Expo RH, evento que na sua 23ª edição centra o debate em temas como as pessoas, o futuro do trabalho, o talento e a humanização.
De há uns tempos a esta parte fala-se muito em segurança psicológica. Na expressão mais comum convencionou-se dizer: segurança psicológica refere-se à criação e manutenção de um ambiente em que as pessoas se sentem livres para compartilhar ideias, fazer perguntas, expressar preocupações e, também, admitir erros, sem medo de serem julgados ou punidos.
Historicamente, a indústria tecnológica tem sido predominantemente dominada por homens. No entanto, os tempos estão em franca mudança.
Novo estudo da LLYC analisa os passos necessários para trabalhar a reputação do executivo de topo de uma empresa.
Neste segundo artigo vou explorar as forças únicas que acompanham as mulheres. Muitas já as descobriram e potenciaram, outras, ainda as têm por descobrir. Por isso, este artigo, é sobretudo uma reflexão seja qual for o seu estágio de “descoberta”.
No último artigo descrevi um acontecimento que surpreendeu pela negativa, ao mostrar como, às vezes, colocamos paixões individuais acima da vida humana, e o mesmo se passa ao nível das organizações.
A maioria das gestoras portuguesas acredita que num horizonte temporal de 10-15 anos se poderá atingir a paridade no board das empresas, conclui novo estudo da KPMG.
Assisti recentemente à 10.ª Grande Conferência de Liderança Feminina. Durante algumas horas escutámos algumas mulheres e também alguns homens que partilharam um pouco da sua história, da sua experiência.
Como garantir que modelos de liderança sejam inclusivos e acessíveis a todos? O World Economic Forum dá algumas pistas através da experiência de jovens líderes internacionais.
Praticar a empatia digital, desenvolver a arte da presença mesmo que seja à distância e tomar decisões baseadas em dados são algumas das tendências para estar de baixo de olho, se quer ser um bom líder em 2024.
Chega de palavras suaves e eufemismos. Chega de romantizar o empreendedorismo como um conto de fadas onde todos vivem felizes para sempre. É hora de enfrentar a dura realidade: ser empresário é uma profissão incrivelmente solitária e está na hora de falarmos sobre isto.
Um dos temas de conversa mais recorrentes com grandes gestores - altamente competentes e talentosos, sublinhe-se - tem a ver com o facto de, por vezes, nos sentirmos inúteis.

















