O “work-life balance” não é uma fórmula rígida e imutável, antes dinâmica e evolutiva, na medida em que as nossas necessidades e prioridades mudam ao longo da vida. Houve momentos ou períodos da minha vida/carreira em que o meu foco esteve maioritariamente alocado a assuntos de natureza pessoal, contrastando com outros em que me dediquei, quase em exclusivo, a atividades profissionais, algo que me parece aceitável.
Os recursos humanos do futuro não serão apenas motivados pelo sucesso financeiro e progressão na carreira, mas também por um desejo mais profundo de mudar o mundo de forma positiva. As organizações e empresas que compreenderem esta mudança e que integrarem o ‘trabalho com propósito’ vão ter maiores possibilidades de serem bem-sucedidas no futuro.
Segundo o estudo “Are Leaders as Prepared for Strategic Risks as They Think They Are?”, prevê-se que as despesas globais associadas ao cibercrime atinjam 13,8 biliões de dólares nos próximos três anos.
Tem uma empresa diversa e inclusiva? Estão abertas as candidaturas para a 5.ª edição do Selo da Diversidade.
Uma boa gestão do momento de saída de um colaborador é crucial para as empresas por vários motivos. Não apenas afeta a experiência de quem está a sair, mas também pode ter impactos na cultura organizacional, na reputação da empresa e nos resultados a longo prazo.
As empresas podem comprar até 250 filiações easyJet Plus de cada vez e dispõem de uma nova página para facilitar a gestão das adesões.
Nos últimos anos, a crescente sensibilização para causas como diversidade, sustentabilidade e bem-estar tem levado muitas empresas a adotá-las como parte da sua identidade corporativa, a fim de tentarem diferenciar-se num mercado cada vez mais competitivo.
"A Páginas Amarelas trabalha lado a lado com as PME no sentido acelerar e de democratizar o acesso a soluções digitais que incrementem a produtividade, a eficiência e a rentabilidade dos negócios nacionais", assegura João Souto, o novo CEO da empresa desde o passado mês de dezembro.
Está de regresso um dos grandes torneios interempresariais de futebol nacional. Jogo inaugural decorre a 5 de fevereiro e junta empresas como DigitalSign, Grupo Cegid ou F3M.
Já imaginou o que acontece se o sistema de uma loja online falhar quando está a receber dezenas de encomendas? Ou se o software de uma empresa parar de funcionar durante uma apresentação importante? É aqui que entra a gestão de serviços de TI.
Na última crónica do Link to Leaders falei na necessidade de existir um Manual de Protocolo Interno próprio para cada empresa ou instituição. Existem em Portugal muitos e bons profissionais com conhecimentos para elaborar este documento que uniformiza os procedimentos a ter dentro e fora da empresa com o objetivo de projetar sempre uma imagem positiva.
Começo o ano com um tema que toca a todos os que gerem pessoas e aos que são geridos –o líder deve ou não mostrar a sua vulnerabilidade? Mostrar não é o mesmo que Ser. Indiscutivelmente, qualquer ser humano é vulnerável.

















