Apoiar as start-ups de legaltech é o principal objetivo do concurso da Católica Global School of Law e da IE Law School que decorre no dia 2 de maio. Feedzai, Google, Microsoft e OutSystems são algumas das tecnológicas que marcarão presença na iniciativa.
A realidade atrás do sucesso dos unicórnios é muitas vezes o conhecimento que a start-up tem dos seus clientes e saber melhor que ninguém as suas dores e como estas dores podem ser resolvidas (o chamado product/market fit).
A crise provocada pela Covid-19 teve um impacto muito mais severo nas mulheres empreendedoras. As mulheres têm, por norma, empresas mais pequenas e que atuam nos setores onde estas desenvolvem os seus negócios os mais afetados. São também as mulheres que assumem mais responsabilidades em casa. O empreendedorismo no feminino é marcado por acentuadas discrepâncias no acesso a investimento. Como mudar isto?
Acabei de superar um desafio brutal. Num grupo em perfeita harmonia, conduzidos, quase sem nos darmos conta, por quem conseguiu transformar 26 desconhecidos numa equipa com causa e propósito comuns.
Várias vezes, oiço as gerações mais novas dizerem que querem perceber o propósito da sua empresa, ter autonomia, poder fazer a diferença, ter protagonismo. Preferem projetos com responsabilidade em vez de uma função “à tarefa” (faz isto ou faz aquilo) e ter flexibilidade no modo como organizam o seu trabalho. Mas eu, que já passei dos 60, digo o mesmo…
O Programa Avançado em Empreendedorismo e Gestão da Inovação (PAEGI), da Católica Lisbon School of Business & Economics (CLSBE), vai regressar no dia 24 deste mês. As candidaturas estão na reta final.
Isto é a resposta que os habitantes de muitas das cidades deste país ouvem quando querem comprar um bilhete. Não, não é para a ópera, nem para um concerto de rock ou de rapp, nem para o futebol! Porque esses todos têm bilheteiras. É para comprar um bilhete de autocarro!
Este projeto é gratuito e aberto a todas as mulheres que estejam a gerir total ou parcialmente um negócio. O objetivo é dar-lhes as ferramentas necessárias para o sucesso do seu negócio.
Há uns dias falava com alguns colegas que partilhavam estar exaustos e que ansiavam muito pelas férias deste ano. Tentei perceber se o cansaço era idêntico aos anos anteriores à pandemia, nesta altura do ano, ou se algo tinha mudado com este novo contexto.
As empresas lideradas por mulheres recebem menos investimento de risco e são menos atrativas para investidores, uma tendência transversal no mundo. Como podem as mulheres angariar investimento em pé de igualdade com os homens?
Dizem todos os livros de gestão que os lugares no topo das organizações são solitários. Porque no fim do dia é a estes que compete decidir o rumo das organizações e fazer o que é necessário para chegar aos objetivos definidos (muitas vezes também por estes...).
Escrevemos, dizemos, acreditamos. E tentamos viver com a máxima esperança de que, de facto, um dia, vai ficar tudo bem. Mas o esperado e não desejado regresso da força desta pandemia mina de forma dissimulada, mas decidida esta nossa esperança, esta confiança que a todo o custo queremos ter num futuro em que fique tudo bem.













