Maior investidor do Brasil, Luiz Barsi, de 80 anos, utiliza a linha vermelha do metro duas vezes por dia, de segunda a sexta-feira. De manhã, desloca-se do Tatuapé, onde mora, até a Estação Anhangabaú, onde trabalha. Ao final de tarde faz o caminho de regresso, recorrendo ao mesmo meio transporte.
A Nubank quer inovar não só no setor bancário, como também tornar este mercado mas inclusivo. Tendo em conta a sua própria experiência, a cofundadora da start-up brasileira de fintech, Cristina Junqueira, pressionou os restantes sócios para tornar a empresa mais inclusiva e para a introdução de políticas de recursos humanos voltadas para as mulheres. E o resultado está à vista.
Start-ups, empresas, empreendedores, investidores…estes são alguns dos muitos participantes na Web Summit 2019. E foi exatamente com dois investidores internacionais, um norte-americano e um brasileiro, que o Link To Leaders falou para perceber o que esperam do evento, o que os motiva e para que setores vão as suas apostas.
Nasceu em Itália, viveu 21 anos no Brasil e há um ano que Maurizio Calcopietro vive em Lisboa. É empresário na área da tecnologia e um investidor que está de olhos postos na Europa. Em novembro vamos vê-lo de novo na Web Summit.
2019 está a ser bem movimentado para as start-ups em solo brasileiro. Em junho deste ano, o Softbank fez um aporte de 100 milhões de dólares na Loggi.
A Tero, que liga jovens futebolistas a clubes interessados, acaba de receber um investimento de um milhão de reais (220 mil euros), pelo que espera aumentar número de utilizadores e contratações. Até ao momento, a plataforma já gerou oito contratações em clubes não divulgados no Rio de Janeiro, Lisboa e Nova Iorque.
Exportador mundial de muitos produtos agrícolas, o mercado brasileiro está de olhos postos na inovação tecnológica aplicada ao setor.
A Tia Paula Fantoches produz fantoches educativos para o mercado brasileiro, mas quer trazer os seus produtos para Portugal onde procura parceiros.
O investidor Pedro Sirotsky Melzer, sócio da e.Bricks Ventures, já comprou participações em mais de 25 empresas através de dois fundos. Hoje tem um novo fundo de 130 milhões de dólares.
Com a reforma da previdência, a expetativa de recuperação do crescimento do país é grande. Temos visto muitos investimentos a acontecer tanto através do aporte em start-ups como também de empresas estrangeiras ficando o “pé" no território brasileiro.
No ano passado, o investimento em start-ups, no Brasil, foi de 1,5 bilhão (1,4 mil milhões de euros), um crescimento significativo em comparação com os 750 mil dólares (677 mil euros) investidos em 2017, segundo um estudo da Fisher que cita dados da KPMG Venture Pulse.
A PlataformaVerde foi a grande vencedora da quarta edição do LatAm Edge Awards, prémio destinado a empresas latino-americanas interessadas em estabelecer as sua operações em Londres e expandir o seu negócio para países do Reino Unido, Europa e Ásia.














